Mais informação sobre Loriga | More information about Loriga

Imagem de fundo dos sites Loriga

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Guerreiros LusitanosLORIGA_o12

Guerreiro LusitanoLegionário romano com Lorica segmentadaLorica_segmentada 1Cartaz de Loriga 001a.Cartaz de Loriga 001c.Cartaz de Loriga 11Cartaz de Loriga 12Brasões da AFSE 1LORIGA à noite_o30LORIGA à noite_o29

Cartaz de Loriga 7LORIGA_Panorama (2)Loriga - Vista geral 1LORIGA_8858_oCentro histórico da vila de Loriga-11LORIGA_741_oLORIGA_3734_nLORIGA_1514682340461012699_oLORIGA_o5LORIGA_o1LORIGA_o11loriga.jpgLORIGA_1717LORIGA_o2LORIGA_o5LORIGA_o13LorigaACBrasões da AFSECentro histórico da vila de Loriga no Inverno 2_editedCentro histórico da vila de Loriga no Inverno-1_editedLORIGA - Capital da neve em Portugal LLoriga - Vista parcial de Inverno 3Loriga Igreja Inverno4[1]Loriga winter 2013 1LORIGA_1615_nLoriga_neve_2008-1LORIGA7638912_Pv6ZOCentro histórico da vila de Loriga no Inverno 2_edited

 

cropped-logo_loriga.jpg 

            

                  Loriga is an ancient,beautiful and historic small portuguese town,located in the Serra da Estrela mountains.

                  Known as Lobriga by the Lusitanians and Lorica by the Romans,it is more than 2600 years old.

                  Notable people from Loriga include Viriathus ( known as Viriato in Portuguese ),a famous Lusitanian leader and portuguese national hero.

                  Loriga as enormous touristics potentialities and they are the only ski resort and ski trails existing in Portugal ( Loriga is the Lusian Capital and the capital of the snow in Portugal ).

            

            

Loriga is a small town in Portugal located in Seia Municipality, Guarda District.

Loriga is 20 km away from  Seia, 40 km away from Viseu, 80 km away

from Guarda and 320 km from Lisbon. It is nestled in the Serra da Estrela

mountain range. The population is 1,367 (2005 estimate).

It is known as the “Portuguese Switzerland” due to its landscape: a small town

surrounded by mountains.

Known to be settled by the Lusitanians, the town is more than 2600 years old and

was part of the Roman province of Lusitania. It was known as Lobriga by the

Lusitanians and Lorica by the Romans.

Loriga became a textile manufacturing center in the begin-19th century. While that

industry has since dissipated, today the town attracts a sizable tourist trade

due to its picturesque scenery and vicinity to the Vodafone Ski Resort, the only

ski center in Portugal, totally inside the town limits.

 

 

 Brasão da vila de Loriga id 1

     

 

 

LORIGA – * LORICA LUSITANORUM CASTRUM EST – História concisa de Loriga

 

 

      Loriga – Vila bela e histórica na Serra da Estrela

 

      Loriga é uma vila e freguesia portuguesa,situada

      na Serra da Estrela, distrito da Guarda. Tem 36,52 km² de área, e

      densidade populacional de 37,51 hab/km².

      Loriga encontra-se a 80km da Guarda e 300km de Lisboa.

      A vila é acessível pela EN 231, e tem acesso à Torre

      pela EN 338, seguindo

      um traçado projectado décadas atrás, com um percurso de 9.2

      km de paisagens deslumbrantes, entre as cotas

      960m (Portela de Loriga) e 1650m, acima da Lagoa

      Comprida onde entronca com a EN 339.

      A àrea urbana da vila encontra-se a uma altitude

      que varia entre os 770m e os 1200m.

 

      Gentílico:Loricense ou loriguense

      Orago:Santa Maria Maior

      Código Postal:6270

 

      Há décadas foi chamada a “Suíça Portuguesa” devido às

      características da sua belíssima paisagem. Está

      situada a partir de 770m de altitude, rodeada por

      montanhas,todas com mais de 1500m de altitude

      das quais se destacam a Penha dos

      Abutres (1828m de altitude) e a Penha do Gato

      (1771m), e é abraçada por dois cursos de água: a

      Ribeira de Loriga e a Ribeira de S.Bento,as quais

      se unem depois da E.T.A.R. da vila.A Ribeira de

      Loriga é um dos afluentes do Rio Alva.

 

      Vila

 

      A vila está dotada de uma ampla gama de infrastrutras,como por exemplo,a

      Escola C+S Dr.Reis Leitão,a      Banda Filarmónica de Loriga, fundada em 1905, o corpo de Bombeiros

      Voluntários de       Loriga, cujos serviços se desenvolvem na àrea do antigo Município

      Loricense, a Casa de       Repouso Nª. Srª. da Guia, uma das últimas obras sociais de relevo,a       Associação Loriguense de Apoio

      à Terceira Idade,o Grupo Desportivo Loriguense,fundado em 1934,Posto da

      GNR,Correios,serviços bancários,      farmácia,Escola EB1 e pré-escolar, praia fluvial,estância de esqui (única

      em Portugal),etc .

      Ao longo do ano celebram-se de maneira especial o Natal, a Páscoa (com a

      tradicional Amenta das Almas) e       festas em honra de S. António (durante o mês Junho) e S. Sebastião       (durante o mês de Julho), com as

      respectivas mordomias e procissões. Porém, o ponto mais alto das

      festividades religiosas é a festa       dedicada NªSrª da Guia, padroeira da diáspora loricense, que se realiza       todos os anos, no primeiro

      Domingo de Agosto.

 

      Acordos de geminação:  

      Loriga celebrou acordo de geminação com:

      A vila, actual cidade de Sacavém, no concelho de Loures, em 1 de Junho de

      1996.

 

      Brasão de Loriga p&b________________________________________________

 

 

 

      História concisa de Loriga

 

      Lorica,foi o nome dado pelos Romanos a Lobriga, povoação que foi,nos

      Hermínius(actual Serra da Estrêla),um forte bastião lusitano contra os

      invasores romanos.Os Hermínius foram a maior fortaleza lusitana e Lorica

      situada no coração dessa fortaleza,perto do ponto mais alto.Lorica,do

      latim,é nome de antiga couraça guerreira,de que derivou Loriga,com o mesmo

      significado.Os próprios soldados e legionários romanos usavam Lorica.Os

      Romanos puseram-lhe tal nome,devido à sua posição estratégica na serra,e

      ao seu protagonismo durante a guerra com os Lusitanos(* LORICA LUSITANORUM

      CASTRUM EST).É um caso raro de um nome que se mantém praticamente

      inalterado há dois mil anos,sendo altamente significativo da antiguidade e

      da história da povoação(por isso,a couraça é a peça central e principal do

      brasão histórico da vila).

      A povoação foi fundada estratégicamente no alto de uma colina,entre duas

      ribeiras,num belo vale de origem glaciar.Desconhece-se,como é evidente,a

      longínqua data da sua fundação,mas sabe-se que a povoação existe há mais

      de dois mil e seiscentos anos,e surgiu originalmente no mesmo local onde

      hoje está o centro histórico da vila.No Vale de Loriga,onde a presença

      humana é um facto há mais de cinco mil anos,existem actualmente,além da

      vila,as aldeias de Cabeça,Muro,Casal do Rei,e Vide.

      Da época pré- romana existe,por exemplo uma sepultura antropomórfica com

      mais de dois mil anos,num local onde existiu um antigo santuário,numa

      época em que o nome da povoação era Lobriga,etimologia de evidente origem

      céltica.Lobriga,foi uma importante povoação fortificada,Celta e

      Lusitana,na serra.

      A tradição local,e diversos antigos documentos,apontam Loriga como tendo

      sido berço de Viriato,que nasceu,sem dúvida,nos Hermínius,onde foi pastor

      desde criança.É interessante a descrição existente no livro manuscrito

      História da Luzitânia,do Bispo-Mor do Reino(1580):”…Sucedeu o pastor

      Viriato,natural de Lobriga,hoje a villa de Loriga,no cimo da Serra da

      Estrêla,Bispado de Coimbra,ao qual,aos quarenta annos de idade,aclamarão

      Rey dos Luzitanos,e casou em Évora com huma nobre senhora no anno

      147…”.A rua principal, da àrea mais antiga do centro histórico da vila

      de Loriga,tem o nome de Viriato,em sua homenagem.

      Ainda hoje existem partes da estrada,e uma das duas pontes(século I

      a.C.),com que os Romanos ligaram Lorica ao restante império.A ponte romana

      ainda existente,sobre a Ribeira de Loriga,está em bom estado de

      conservação,e é um bom exemplar da arquitectura da época.

      A estrada romana ligava Lorica a Egitânia (Idanha-a-Velha),Talabara

      (Alpedrinha),Sellium (Tomar),Scallabis (Santarém),Olisipo (Lisboa) e a

      Longóbriga (Longroiva),Verurium (Viseu),Balatucelum (Bobadela),Conímbriga

      (Condeixa)e Aeminium (Coimbra).

      Quando os romanos chegaram,a povoação estava dividida em dois núcleos

      separados por poucas centenas de metros.O maior,mais antigo e principal

      situava-se na àrea onde hoje existem a Igreja Matriz e parte da Rua de

      Viriato,sendo defendido por muros e paliçadas.O outro núcleo,constituído

      apenas por algumas habitações,situava-se mais acima junto a um pequeno

      promontório rochoso,em cima do qual mais tarde os Visigodos construíram

      uma ermida dedicada a S.Gens.

      Com o domínio romano,cresceu a importância de Lorica,uma povoação castreja

      que recebeu populações de castros existentes noutros locais dos

      Hermínius,e que entretanto foram abandonados.Isso aconteceu porque esses

      castros estavam localizados em sítios onde a única vantagem existente era

      a facilidade de defesa.Sítios que,ao contrário de Lorica,eram apenas um

      local de refúgio,onde as habitações estavam afastadas dos recursos

      necessários à sobrevivência,tais como àgua e solos aráveis.Um desses

      castros abandonados,e cuja população se deslocou para Lorica,situava-se no

      ainda conhecido Monte do Castelo,ou do Castro,perto da Portela de

      Loriga.No século XVIII ainda eram visíveis as ruínas das fundações das

      habitações que ali existiram,mas actualmente no local apenas se vêem

      pedras soltas.

      Loriga,foi também importante para os Visigodos,os quais deixaram uma

      ermida dedicada a S.Gens,um santo de origem céltica,martirizado em

      Arles,na Gália,no tempo do imperador Diocleciano.A ermida sofreu obras de

      alteração e o orago foi substituído, passando a ser de Nossa Senhora do

      Carmo.Com a passagem dos séculos,os loricenses passaram a conhecer o santo

      por S.Ginês,hoje nome de bairro neste local do actual centro histórico da

      vila.A actual derivação do nome romano,Loriga,começou a ser usada pelos

      Visigodos.

      A Igreja Matriz tem,numa das portas laterais,uma pedra com inscrições

      visigóticas,aproveitada de um antigo pequeno templo existente no local

      quando da construção datada de 1233.A antiga igreja,era um templo românico

      com três naves,a traça exterior era semelhante à da Sé Velha de

      Coimbra,tinha o tecto e abóbada pintados com frescos,e, quando foi

      destruída pelo sismo de 1755,possuía nas paredes,quadros da escola de Grão

      Vasco.Da primitiva igreja românica do século XIII restam partes das

      paredes laterais.

      Desde a reconquista cristã, que Loriga esteve sob a exclusiva influência

      administrativa e eclesiástica de Coimbra,pertencendo também à Coroa e à

      Vigariaria do Padroado Real,e foi o próprio rei(na época D.Sancho II)que

      mandou construír a Igreja Matriz,cujo orago era,tal como hoje,de Santa

      Maria Maior.Na segunda metade do século XII já existia a paróquia de

      Loriga,e os fieis dos então poucos e pequenos lugares ou “casais” dos

      arredores,vinham à vila assistir aos serviços religiosos.Alguns desses

      lugares,hoje freguesias,foram,a partir do século XVI,adquirindo alguma

      autonomia religiosa,começando por Alvoco,e seguindo-se Vide,Cabeça e

      Teixeira.

      A vila de Loriga,recebeu forais de João Rhânia(senhorio das Terras de

      Loriga durante cerca de duas décadas,no tempo de D.Afonso Henriques)em

      1136,de D.Afonso III em 1249,de D.Afonso V em 1474,e recebeu foral novo de

      D.Manuel I em 1514.

      Com D.Afonso III,a vila recebeu o primeiro foral régio,e em 1474,D.Afonso

      V doou Loriga ao fidalgo Àlvaro Machado,herdeiro de Luís Machado,que era

      também senhor de Oliveira do Hospital e de Sandomil,doação confirmada em

      1477, e mais tarde por D.Manuel I.No entanto,após a morte do referido

      fidalgo,a vila voltou definitivamente para os bens da Coroa.No século

      XII,o concelho de Loriga abrangia a àrea compreendida entre a Portela de

      Loriga(hoje também conhecida por Portela do Arão)e Pedras

      Lavradas,incluindo as àreas das actuais freguesias de Alvoco da

      Serra,Cabeça,Teixeira,e Vide.Na primeira metade do século XIX,em 1836,o

      concelho de Loriga passou a incluír Valezim e Sazes da

      Beira.Valezim,actual aldeia histórica,recebeu foral em 1201,e o concelho

      foi extinto em 1836,passando a pertencer ao de Loriga. Alvoco da Serra

      recebeu foral em 1514 e Vide recebeu alguma autonomia no século XVII,mas voltaram a

      ser incluídas no concelho de Loriga em 1828 e 1834 respectivamente,também

      no início do século XIX.As sete freguesias que ocupam a àrea do antigo

      município loricense, constituem actualmente a denominada Região de

      Loriga.Essas freguesias constituem também a Associação de Freguesias da

      Serra da Estrela,com sede na vila de Loriga.

      Loriga,é uma vila industrializada(têxtil) desde o início do século

      XIX,quando “aderiu” à chamada revolução industrial,mas,já no século XVI os

      loricenses produziam bureis e outros panos de lã.Loriga,chegou a ser uma

      das localidades mais industrializadas da Beira Interior,e a actual sede de

      concelho só conseguiu ultrapassá-la em meados do século XX.Tempos houve em

      que só a Covilhã ultrapassava Loriga em número de empresas.Demonstrativo

      da genialidade dos loricenses,é que tudo isso aconteceu apesar dos acessos

      difíceis à vila,os quais até à década de trinta do século XX,se resumiam à

      velhinha estrada romana de Lorica,contruída no século I antes de

      Cristo.Nomes de empresas,tais como Regato,Fândega,Leitão &

      Irmãos,Redondinha,Tapadas,Augusto Luís Mendes,Moura

      Cabral,Lorimalhas,Lages Santos,Nunes Brito,etc,fazem parte da rica

      história industrial desta vila.A maior e principal avenida de Loriga tem o

      nome de Augusto Luís Mendes,o mais destacado dos antigos industriais

      loricenses.

      Mais tarde,a metalurgia,a pastelaria,e mais recentemente,o turismo (Loriga

      tem enormes potencialidades turisticas),passaram a fazer parte dos pilares

      da economia da vila.

      Outra prova do génio loricense é um dos exlíbris de Loriga,os inúmeros

      socalcos e a sua complexa rede de irrigação,construídos ao longo de muitas

      centenas de anos,e que transformaram um vale belo mas rochoso,num vale

      fértil.

      Mas, Loriga acabou por ser derrotada por um inimigo político e

      administrativo, local e

      nacional, contra o qual teve que lutar desde meados do século XIX.

      A história da vila de Loriga é, aliás, um exemplo das consequências que os

      confrontos de uma guerra civil podem ter no futuro de uma localidade e de

      uma região. Loriga tinha a

      categoria de sede de concelho desde o século XII, tendo mas, por ter

      apoiado os chamados Absolutistas contra os Liberais na guerra civil

      portuguesa, teve o castigo de deixar de ser sede de concelho em 1855. A

      conspiração movida

      por desejos expansionistas da localidade que beneficiou com o facto,

      precipitou os acontecimentos. Tratou-se de um grave erro

      político e administrativo; foi, no mínimo, um caso de injusta vingança

      política, numa época em que não existia democracia e reinavam o compadrio

      e a corrupção, e assim começou o declínio de toda a região de Loriga

      (antigo concelho de Loriga).

      Se nada de verdadeiramente eficaz for feito, começando pela vila de

      Loriga, esta região estará desertificada dentro de poucas décadas, o que,

      tal como em relação a outras relevantes terras históricas do interior do

      país, será com certeza considerado como uma vergonha nacional.

      Confirmaria também a óbvia existência de graves e sucessivos erros nas

      políticas de coesão,

      administração e ordenamento do território. Para evitar tal situação,

      vergonhosa para o país, é

      necessário no mínimo por em prática o que já é reconhecido no papel:

      desenvolver a vila de Loriga, pólo e centro da região.

      Em Loriga existem a única estância e pistas de esqui existentes em

      Portugal.Loriga,é a capital da neve em Portugal.

 

Brasão da vila de Loriga id 2

 

A paróquia e a Igreja Matriz de Loriga

 

 

Sabe-se que Loriga é uma povoação que tem mais de dois mil e seiscentos anos de existência no exato local onde  existe o centro histórico da vila, uma colina entre ribeiras, defensável e perto de duas abundantes linhas de água. E a propósito do acesso à água, os habitantes desta plurimilenar povoação tinham ainda disponível uma nascente, hoje conhecida por Fonte do Vale, e que sabe-se foi também bastante valorizada mais tarde nas épocas romana e medieval. Sabe-se que nessa época a povoação estendia-se desde aproximadamente o local onde existe a convergência de três ruas, e a área onde hoje está o centro de dia da ALATI. A povoação era defendida por muros e paliçadas e sabe-se que a atual Rua de Viriato, no troço entre a antiga sede do GDL e a antiga Casa do Povo, coincide exatamente com uma parte dessa linha defensiva da povoação. O local onde hoje existem o adro e a igreja era o ponto central dessa povoação, e assim iria permanecer durante muitos séculos. É portanto completamente natural que com a cristianização da população e com a chegada dos Visigodos este local fosse eleito para construir o primeiro templo cristão da então Lorica.

 

Sabe-se que os Visigodos construiram pelo menos dois templos em Lorica, e digo pelo menos porque encontrei indícios, que não consegui confirmar da existência de mais uma ermida além daquela que construíram onde hoje está a capela de Nossa Senhora do Carmo e que era dedicada a S. Gens. A dada altura cheguei a pensar tratar-se da ermida de S. Bento, a tal que deu nome à area e à ribeira mas essa, embora confirmadamente já existisse no século XII não é anterior ao século X. Certo é que os visigodos construíram a ermida de S. Gens, e na época era mesmo uma ermida porque aquele local ficava fora da povoação então existente, e quanto à escolha daquele local não é de excluir a hipótese de ser um antigo local de culto pagão, dadas as suas caraterísticas. Dada a religiosidade dos loriguenses, é no mínimo estranho que uma devoção tão antiga a um santo tenha sido completamente abandonada, que tenham deixado cair em ruínas a sua ermida e depois a tenham recuperado mas com outro orago. Não consegui encontrar uma explicação, e como se isso não bastasse e para completar o “anátema” a que os loriguenses condenaram o santo,  mudaram-lhe também o nome de São Gens para São Ginês,  um santo que nunca existiu. Mas o pormenor da mudança de nome  pode ser facilmente explicado pela passagem dos  séculos, pelo isolamento e pela “adaptação linguística” que tende a inclinar-se para as formas mais fáceis, e Loriga também é conhecida pelas suas “singularidades linguísticas” e pelo uso massivo de alcunhas.

 

Também é certo que os visigodos construíram um templo dedicado a Nossa Senhora no exato local onde hoje existe a Igreja Matriz, tratando-se de uma pequena capela cujas dimensões não andariam longe das que tem a ermida de Nossa Senhora da Guia. Sabe-se também que na época visigótica Loriga tinha o estatuto de paróquia, que dependia do bispo de Egitânia ( atual Idanha a Velha ), e que a paróquia abrangia uma área aproximadamente equivalente ao antigo concelho loricense na sua fase maior, que foi atingida em meados do século XIX. Obviamente foi impossível saber com exatidão a área da paróquia na época visigótica mas fiquei surpreendido com a descoberta da mesma e com a existência de algumas localidades em redor de Loriga, que ainda existem e das quais apenas duas atingiram o estatuto de freguesias. Nestas andanças da pesquisa histórica há muito tempo que aprendi que até algumas aldeias mais pequenas que alguns consideram insignificantes podem de facto esconder uma história milenar. Em sentido contrário existem localidades que hoje têm alguma importância e cujos naturais se esforçam por inventar um longo passado que nunca existiu. Portanto, os tais “casais”  referidos nos “pergaminhos”, cujos habitantes iam à igreja de Lorica ouvir missa, já têm uma longa história que nunca foi registada, e infelizmente uma dessas localidades foi recentemente e injustamente amputada do seu estatuto de freguesia. E digo igreja de Lorica porque o uso da atual versão do nome romano, ou seja Loriga, só se consolidou definitivamente na primeira metade do século XIII. No início da nacionalidade, a consolidação, a administração do território e a necessária fixação das populações implicava a atribuição de forais mas também a criação de condições para a prática do culto, e é por isso frequente ao longo da história a construção de igrejas por iniciativa real. E a esse propósito os reis mandavam construir igrejas em povoações que já eram sede de município ou em povoações que seriam elevadas a essa condição, tudo para ajudar a fixar as populações, e outras medidas eram tomadas nesse sentido, e por exemplo muitos castelos foram feitos também com esse objetivo. O pormenor a considerar é que o estatuto de município andava sempre a par com o estatuto de paróquia, portanto as localidades que tinham igrejas eram geralmente  sedes de concelho, e seria certo se a igreja fosse mandada construir pelo rei. Sabe-se que a Igreja de Loriga  foi mandada construir pelo rei D. Sancho II em cima da construção do já referido pequeno templo visigótico  do qual foi aproveitada a pedra onde foi gravada a data da construção, o ano de 1233. Assim, essa pedra colocada por cima de uma das portas laterais virada para o adro, na igreja atual confirma a sua longa existência, correspondendo à data da decisão da construção. A decisão real nesse sentido deve-se principalmente ao facto de Loriga pertencer à Vigariaria do Padroado Real. A Igreja foi dedicada desde logo a Santa Maria Maior, um orago que se mantem, sendo um templo românico cuja traça e fachada principal fazia lembrar a  Sé Velha de Coimbra, embora obviamente sem a monumentalidade desta.

 

 

A igreja tinha três naves e as dimensões eram próximas das atuais, mas para além disso a atual igreja nada tem a ver com a antiga e o que vemos ali é fruto de várias reconstruções e alterações, sendo que as mais radicais foram consequência do sismo de 1755. Já muita gente se interrogou sobre o porquê das graves consequências do sismo de 1755 em Loriga, e por isso ficam aqui algumas explicações. Em primeiro lugar, Loriga está situada num local geologicamente sensível, num sítio de transição entre dois blocos rochosos diferentes, de um lado o granito e do outro o xisto, facto que é suficiente para provocar grande agitação em caso de sismo. Além disso, e para piorar a situação, a colina entre ribeiras não é muito sólida porque foi criada com depósitos arrastados pelo antigo glaciar que rasgou o Vale de Loriga, e por tudo isso é que as consequências do sismo foram tão graves na vila de Loriga. De sublinhar que os estragos não se limitaram à Igreja Matriz e o terramoto, além dos estragos provocados em muitas habitações, provocou o desabamento de uma das paredes da residência paroquial e abriu fendas no robusto edifício da Câmara Municipal, construído no século XIII, e cujas paredes do rés do chão onde funcionava a cadeia, tinham uma espessura de quase dois metros. Os loricenses tiveram que lidar com todos os estragos e não receberam qualquer ajuda externa, apesar de o próprio Marquês de Pombal ter sido informado da grave situação. Felizmente não houve, ou pelo menos não há registos de mortos nem feridos graves na vila. Após o sismo que provocou a ruína praticamente completa, a igreja foi reconstruída com estilo barroco, mas podem ser sublinhadas outras alterações, algumas das quais nada tiveram a ver com esta reconstrução. Por exemplo, foram acrescentadas duas capelas uma de cada lado da capela-mor, uma das quais foi depois transformada em capela-sacristia e finalmente em apenas sacristia, e ao lado desta foi acrescentada outra capela. A escadaria e a porta exteriores que dão acesso ao coro também não existiam e o acesso aos sinos era feito pelo interior da igreja, sendo que estas últimas alterações foram feitas como consequência do sismo.

 

 

Com o tempo foram feitas alterações e restauros por vezes de forma desastrosa por quem não tinha qualquer sensibilidade para a preservação do património e por isso a atual igreja, embora bela não é tão bonita nem é tão valiosa quanto seria sem essas más intervenções. No século seguinte ao do sismo, em Setembro de 1882, novamente se fez sentir no centro do país um tremor de terra e, por conseguinte também muito sentido em Loriga, o qual pareceu, em principio, não ter grande gravidade. Só que as consequências viriam mais tarde, quando todos pareciam já ter esquecido. Em Novembro seguinte, e quando era celebrada a missa, estalou a viga mestra da igreja tendo, de imediato, sido efetuada a desocupação do templo e retirando algumas imagens e outros artigos. Só no fim do dia aconteceu o desabamento quase completo da cobertura ficando apenas de pé a torre e a capela-mor. Dois anos depois foram terminados os trabalhos da reconstrução da igreja que, tal como acontecera após o sismo de 1755, foi feita pela população local, toda unida, e foi esta última reconstrução que chegou aos tempos atuais embora, conforme já foi referido, com alguns “restauros” que a empobreceram.

 

 

 

VIAS ROMANAS EM PORTUGAL – Vestígios Romanos Georeferenciados em Loriga

 

 

O nome Lorica aparece inicialmente como sendo da época romana num documento medieval visigótico com referências à zona. Foi aliás na época visigótica que a “versão” Loriga começou a substituir o nome Lorica que vinha da época romana, mas o nome original dado pelos romanos só caiu totalmente em

desuso durante a primeira metade do século XIII.

Depois, aparece novamente em documentos dos séculos X, XI, XII e XIII,

principalmente em documentos do século XII, inclusive quando se fala de

limites territoriais, onde até a actual Portela do Arão é referida como

Portela de Lorica, começando mais tarde a ser referida como Portela de

Aran, depois de Aarão, e finalmente do Arão.

A estrada romana de Lorica era uma espécie de estrada estratégica,

Destinada a ajudar a controlar os Montes Herminius onde, como se sabe, viviam tribos lusitanas muito aguerridas. Esta estrada ligava entre si duas grandes vias

transversais, a que ligava Conimbriga, a norte, e a que ligava Iaegitania,

a sul. Não se sabe os locais exactos dos cruzamentos, mas tudo indica que a

norte seria algures perto da actual Bobadela.

Quanto aos vestígios da calçada romana original, eles podem encontrar-se

Na área das Calçadas, onde estiveram na origem deste nome, e dispersos em

pequenos vestígios até à zona da Portela do Arão, tratando-se da mesma

estrada.

A título de curiosidade, informa-se que a estrada romana foi utilizada desde

que foi construída, provalvelmente por volta de finais do século I antes

de Cristo, até à década de trinta do século XX quando entrou em

funcionamento a actual EN231. Sem a estrada romana teria sido impossível o já por si grande feito de Loriga se tornar um dos maiores pólos industriais têxteis da

Beira Interior durante o século XIX.

– Factos comprovados: Lorica era o antigo nome de Loriga, existiram duas

pontes romanas, uma delas ainda existe, e a outra, construída sobre a

Ribeira de S.Bento, ruiu no século XVI, e ambas faziam parte da estrada

romana que ligava a povoação ao restante império romano.

A ponte romana que ruiu estava situada a poucas dezenas de metros a

Jusante da actual ponte, também construída em pedra mas datada de finais do

Século XIX. A antiga estrada romana descia pela actual Rua do Porto, subia pela

actual Rua do Vinhô, apanhava parte da actual Rua de Viriato passando

ao lado da povoação então existente, subia pelas actuais ruas Gago

Coutinho e Sacadura Cabral, passava na actual Avenida Augusto Luis Mendes, na área conhecida por Carreira, seguindo pela actual Rua do Teixeiro em

direcção à ponte romana sobre a Ribeira de Loriga.

Entre a capela de S.Sebastião e o cemitério, existia um troço de Calçada romana bem conservada que não deixava dúvidas a ninguém sobre a sua

verdadeira origem, mas infelizmente uma parte foi destruída e a

restante soterrada quando fizeram a estrada entre a Rua do Porto e o cemitério.

O património histórico nunca foi estimado em Loriga…

Numa zona propositadamente conhecida por Calçadas, já afastada da

vila, ainda existem vestígios bem conservados do primitivo pavimento da

estrada romana.

 

 

Esta é uma citação livre de António Conde e de extratos da sua obra, História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção do município.

 

 

 

 

      ( Apontamento conciso sobre a história da vila de Loriga )

      Loriga@site2001

 

 Brasão da vila de Loriga id 1

 

     

Concise note on the history of Loriga

 

 LORIGA – LAND OF VIRIATHUS AND THE CAPITAL OF THE SNOW IN PORTUGAL

 

            

                  Loriga is an ancient, beautiful and historic small portuguese town, located in the Serra da Estrela mountains.

                  Known as Lobriga by the Lusitanians and Lorica by the Romans, it is more than 2600 years old.

                  Notable people from Loriga include Viriathus ( known as Viriato in Portuguese ), a famous Lusitanian leader and portuguese national hero.

                  Loriga as enormous touristics potentialities and they are the only ski resort and ski trails existing in Portugal ( Loriga is the Lusian Capital and the capital of the snow in Portugal ).

            

            

Loriga is a small town in Portugal located in Guarda District.

Loriga is 20 km away from  Seia, 40 km away from Viseu, 80 km away

from Guarda and 320 km from Lisbon. It is nestled in the Serra da Estrela

mountain range.

It is known as the “Portuguese Switzerland” due to its landscape: a small town

surrounded by mountains.

Known to be settled by the Lusitanians, the town is more than 2600 years old and

was part of the Roman province of Lusitania. It was known as Lobriga by the

Lusitanians and Lorica by the Romans.

Loriga became a textile manufacturing center in the begin-19th century. While that

industry has since dissipated, today the town attracts a sizable tourist trade

due to its picturesque scenery and vicinity to the Serra da Estrela Ski Resort, the only

ski center in Portugal, totally inside the town limits.

 

 

 

Coordinates: 40°19′13.69″N 7°39′58.15″W / 40.3204694°N 7.6661528°W /

40.3204694; -7.6661528

 

Loriga

      Civil Parish (Vila)

 

      The valley parish of Loriga in the shadow of the Serra da Estrela

      Official name: Vila de Loriga

 

      Country – Portugal

      Region – Centro, Portugal

      Subregion – Serra da Estrela

      District – Guarda

      Municipality – Seia

 

      Localities – Fontão, Loriga

      Landmark – Torre (Serra da Estrela)

      Rivers – Ribeira de São Bento, Ribeira de Loriga

 

      Center Loriga

       – elevation1,293 m (4,242 ft)

       – coordinates40°19′13.69″N 7°39′58.15″W / 40.3204694°N 7.6661528°W /

      40.3204694; -7.6661528

 

      Length4.21 km (3 mi), Northwest-Southeast

      Width13.78 km (9 mi), Southwest-Northeast

      Area36.25 km² (14 sq mi)

 

      Population1,367 (2005)

      Density37.71 / km² (98 / sq mi)

 

      LAU – Vila/Junta Freguesia

       – location – Largo da Fonte do Mouro, Loriga

     

 

      Timezone – WET (UTC0)

       – summer (DST)WEST (UTC+1)

      ISO 3166-2 codePT-

      Postal Zone – 6270-073 Loriga

      Area Code & Prefix(+351) 238 XXX XXX

 

      Demonym – Loriguense or Loricense

      Patron Saint – Santa Maria Maior

      Parish Address – Largo da Fonte do Mouro, 1019

      6270-073 Loriga

 

      Statistics from INE (2001); geographic detail from Instituto Geográfico

      Português (2010)

 

Loriga (Portuguese pronunciation: [loˈɾiɡɐ]) is a small town (Portuguese:

vila) in south-central part of the municipality of Seia, in central

Portugal. Part of the district of Guarda, it is 20 km away from 

Seia, 40 km away from Viseu, 80 km away from Guarda and 320 km from Lisbon,

nestled in the Serra da Estrela mountain range. In 2005, estimates have the

resident population at about 1367 inhabitants, in an area of 36.25 km² that

includes the two localities of Loriga and village of Fontão.

     

 

 

History

 

Loriga was

founded originally along a column between ravines where today the historic

centre exists. The site was ostensibly selected more than 2600 years ago, owing

to its defensibility, the abundance of potable water and pasturelands, and

lowlands that provided conditions to practice both hunting and

gathering/agriculture.

When the Romans arrived in the region, the settlement was concentrated into two

areas. The larger, older and principal agglomeration was situated in the area of

the main church and Rua de Viriato, fortified with a wall and palisade. The

second group, in the Bairro de São Ginês, were some small homes constructed on

the rocky promintory, which were later appropriated by the Visigoths in order to

construct a chapel. The 1st century Roman road and two bridges (the second

was destroyed in the 17th century after flooding) connected the outpost of

Lorica to the rest of their Lusitanian province. The barrio of São Ginês (São

Gens), a local ex-libris, is the location of the chapel of Nossa Senhora do

Carmo, an ancient Visigothic chapel. São Gens, a Celtic saint, martyred in Arles

na Gália, during the reign of Emperor Diocletian, and over time the locals began

to refer to this saint as São Ginês, due to its easy of pronunciation.

 

Middle Ages

 

Loriga was the municipal seat since the 12th century,

receiving forals in 1136 (João Rhânia, master of the Terras de Loriga for over

two decades, during the reign of Afonso Henriques), 1249 (during the reign of

Afonso III), 1474 (under King Afonso V) and finally in 1514 (by King Manuel

I).

Loriga was an ecclesiastical parish of the vicarage of the Royal Padroado and

its Matriz Church was ordered constructed in 1233, by King Sancho II. This

church, was to the invokation of Santa Maria Maior, and constructed over the

ancient small Visigothic chapel (there is a lateral block with Visigoth

inscriptions visible). Constructed in the Romanesque-style it consists of a

three-nave building, with hints of the Sé Velha of Coimbra. This structure was

destroyed during the 1755 earthquake, and only portions of the lateral walls

were preserved.

The 1755 earthquake resulted in significant damage to the village

of Loriga, destroying homes and the parcochial residence, in addition to

opening-up cracks and faults in the village’s larger buildings, such as the

historic municipal council hall (constructed in the 13th century). An

emissary of the Marquess of Pombal actually visited Loriga to evaluate the

damage (something that did not happen in other mountainous parishes, even

Covilhã) and provide support.

The residents of Loriga supported the Absolutionist forces of the Infante Miguel

of Portugal against the Liberals, during the Portuguese Liberal Wars, which

resulted in Loriga being abandoned politically after Miguel’s explusion by his

brother King Peter. In 1855, as a consequence of its support, it was stripped

of municipal status during the municipal reforms of the 19th century. At the

time of its municipal demise (October 1855), the municipality of Loriga included

the parishes of Alvoco da Serra, Cabeça, Sazes da Beira, Teixeira, Valezim and

Vide, as well as thirty other disincorporated villages.

Loriga was an industrial centre for textile manufacturing during the 19th

century. It was one of the few industrialized centres in the Beira Interior

region, even supplanting Seia until the middle of the 20th century. Only

Covilhã out-preformed Loriga in terms of businesses operating from its lands;

companies such as Regato, Redondinha, Fonte dos Amores, Tapadas, Fândega, Leitão

& Irmãos, Augusto Luís Mendes, Lamas, Nunes Brito, Moura Cabral and Lorimalhas,

among others. The main roadway in Loriga, Avenida Augusto Luís Mendes, is

named for one of the villages most illustrious industrialists. The wool industry

started to decline during the last decades of the 20th century, a factor that

aggravated and accelerated the decline of the region.

 

Geography

 

Known

locally as the “Portuguese Switzerland” due to its landscape that includes a

principal settlement nestled in the mountains of the Serra da Estrela Natural

Park. It is located in the south-central part of the municipality of Seia,

along the southeast part of the Serra, between several ravines, but specifically

the Ribeira de São Bento and Ribeira de Loriga; it is 20 kilometres from

Seia, 80 kilometres from Guarda and 300 kilometres from the national capital

(Lisbon). A main small town is accessible by the national roadway E.N. 231, that

connects directly to the region of the Serra da Estrela by way of E.N.338 (which

was completed in 2006), or through the E.N.339, a 9.2 kilometre access that

transits some of the main elevations (960 metres near Portela do Arão or Portela

de Loriga, and 1650 metres around the Lagoa Comprida).

The region is carved by U-shaped glacial valleys, modelled by the movement of

ancient glaciers. The main valley, Vale de Loriga was carved by longitudanal

abrasion that also created rounded pockets, where the glacial resistance was

minor. Starting at an altitude of 1991 metres along the Serra da Estrela the

valley descends abruptly until 290 metres above sea level (around Vide), passing

villages such as Cabeça, Casal do Rei and Muro. The central town, Loriga, is

seven kilometres from Torre (the highest point), but the parish is sculpted by

cliffs, alluvial plains and glacial lakes deposited during millennia of glacial

erosion, and surrounded by rare ancient forest that surrounded the lateral

flanks of these glaciers.

 

Economy

 

Textiles are the principal

local export; Loriga was a hub the textile and wool industries during the

mid-19th century, in addition to being subsistence agriculture responsible for

the cultivation of corn. The Loriguense economy is based on metallurgical

industries, bread-making, commercial shops, restaurants and agricultural support

services.

While that textile industry has since dissipated, the town began to attract a

tourist trade due to its proximity to the Serra da Estrela and Vodafone Ski

Resort (the only ski center in Portugal), which was constructed within the

parish limits.

 

 

( By António Conde )

 

          

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Brasão de Loriga – Coat of arms

 

 Brasão da vila de Loriga id 1

            

Heráldica Loriguense

 

Resumo do significado do brasão

            

Brasão:Escudo de azul,uma Lorica em vermelho realçada de prata,entre

duas rodas hidráulicas a negro e realçadas de branco;Em chefe

uma estrela de ouro,e na base dois montes a branco.e duas linhas de àgua

Coroa mural de prata de quatro torres.Listel branco,com a legenda a

negro:«LORIGA»

 

Bandeira – Flag

            

 Bandeiras de Portugal e da vila de Loriga - 1           

 

Bandeira:Esquartelada a azul e branco.Cordão e borlas de ouro.Haste

e lança de ouro.

 

 

Selo:Redondo,contendo no seu interior os mesmos símbolos do brasão,e

com a legenda:«Junta de Freguesia de Loriga»

 

Simbologia:Como peça central a Lorica,antiga couraça

guerreira,origem do nome multimilenar,lembra as origens remotas da

povoação e a história antiga da vila.

As duas rodas hidráulicas simbolizam a duas vezes centenária

indústria loriguense,criada com o engenho das gentes de Loriga e que

fizeram a vila destacar-se ainda mais na região.Eram as rodas

hidráulicas que moviam as primitivas fábricas instaladas ao longo

das duas ribeiras que banham a vila.Esses abundantes recursos

hídricos foram desde tempos ainda mais remotos aproveitados também para mover moínhos.

A estrela de ouro simboliza a Serra da Estrela.Pode também

simbolizar a vila como uma estrela dentro da Estrela,e o ponto de

referência dos inúmeros emigrantes loricenses espalhados pelo mundo.

Os montes na base simbolizam os belos e verdejantes montes que

ladeiam o belíssimo Vale de Loriga e a sua espectacular Garganta de

Loriga.

 

 

Heráldica histórica da vila de Loriga

 Brasão histórico da vila de Loriga 3

 

O antigo brasão de Loriga era constituído por uma lorica/loriga e uma estrela de sete pontas em ouro, sobre escudo azul e dispostas desta forma. A lorica/loriga era uma alusão á valentia dos seus naturais traduzida no nome da vila, e a estrela de sete pontas simbolizava a Serra da Estrela e os sete cabeços. Dizia-se:”Loriga não precisa de muralhas porque ninguém consegue derrubar os sete cabeços”(montes que rodeiam a vila).

 

 

 

 

 Brasões da AFSE

 

 

Freguesias da Região de Loriga [área do antigo Município Loricense]

 

As seis freguesias que rodeiam Loriga,e que fazem parte da Associação de Freguesias da Serra da Estrela,com sede nesta vila.

 

 

Alvoco da Serra

 

Alvoco da Serra é uma freguesia portuguesa da Região de Loriga, com 37,57 km² de área e 646 habitantes (2001). Densidade: 17,2 hab/km².

A freguesia é constituída por cinco localidades: Alvoco da Serra (sede da freguesia), Outeiro da Vinha, Vasco Esteves de Baixo, Vasco Esteves de Cima e Aguincho.

Alvoco da Serra recebeu foral de D. Manuel I em 17 de Fevereiro de 1514,data em que deixou de pertencer ao concelho de Loriga. Foi vila e sede de concelho entre esta data e 1828, ano em que o concelho foi extinto. Tinha, em 1801, 667 habitantes. Entre 1828 e 1855 pertenceu novamente ao concelho de Loriga, após o que passou a integrar o concelho de Seia.

 

 

Cabeça

 

Cabeça é uma freguesia portuguesa da Região de Loriga, com 8,55 km² de área e 229 habitantes (2001). Densidade: 26,8 hab/km². Durante muitos anos foi conhecida como São Romão de Cabeça.Até ao século XIX pertenceu ao concelho,à paróquia e à freguesia de Loriga.

A sua população vive em grande parte da agricultura e da pastorícia.

António de Almeida Santos, ministro em vários Governos, ex-presidente da Assembleia da República, filho de uma loricense, nasceu em Cabeça, numa época em que a sua mãe dava aulas na escola primária local.

 

 

Sazes da Beira

 

 

Sazes da Beira é uma freguesia portuguesa da Região de Loriga, com 6,39 km² de área e 341 habitantes (2001). Densidade: 53,4 hab/km².

A primeira fixação definitiva deu-se (supõe-se) no século XV, no lugar chamado de “Sazes Velho”.

Em 1527 tinha a aldeia 65 pessoas. No entanto e continuando à procura de proximidade da água levou à fundação do que é hoje a aldeia de Sazes da Beira propriamente dita. Não se sabe a data da fundação da sua freguesia/paróquia, mas sabe-se que foi no início do século XVIII.Em 1731 é edificada a sua Igreja Matriz.

Desde a sua fundação, Sazes pertenceu sempre ao concelho de Sandomil até à extinção deste em 1836, data em que passou a pertencer ao município de Loriga.No meio de todas as remodelações administrativas sofridas (em que Sandomil esteve prestes a pertencer ao concelho de Loriga), a freguesia de Sazes (correspondente a todo o território da sua paróquia) pertenceu ao concelho de Loriga até 1855,data em que este foi extinto.

 

 

Teixeira

 

Teixeira é uma freguesia portuguesa da Região de Loriga, com 12,88 km² de área e 233 habitantes (2001). Densidade: 18,1 hab/km².

Pertenceu ao concelho de Loriga até 1514 data em que Alvoco da Serra recebeu foral de D. Manuel I, passando depois a fazer parte da paróquia da Vide no início do século XVII.

Voltou a ser incluída no município de Loriga, com a extinção do concelho de Vide em 1828, e até 1855. Passa então para o concelho de Seia ao qual pertence actualmente.

 

 

Valezim

 

 

Valezim é uma freguesia portuguesa da Região de Loriga, com 10,94 km² de área, 382 habitantes (2001) e densidade populacional de 34,9 hab/km².

A hipótese mais aceite é que o nome provém de vallecinus (palavra do latim para vale pequeno). Existe uma lenda sobre a origem do nome, que não faz sentido, mas que tal como muitas outras lendas teve origem em factos históricos. Segundo essa lenda os mouros terão sido expulsos de Loriga e ao chegarem ao local exclamaram: neste vale sim ! De facto a dada altura os mouros foram expulsos de Loriga, e até é possível que tenham fundado a povoação, mas concerteza que não falavam português.

As principais actividades económicas da população estão ligadas à agricultura e pastorícia, turismo de habitação e à construcção civil.

O seu primeiro foral é atribuído em 1201, por D. João de Foyle. Em 1514 é renovado por D. Manuel I, e passa constituir um concelho formado apenas pela freguesia da sede. Entre os anos de 1836 e 1855 pertenceu ao concelho de Loriga.

Nessa data foi integrado no concelho de Seia, onde pertence.

A sua maior festividade é em honra de Nossa Senhora da Saúde, realizada anualmente, no primeiro Domingo de Setembro.

 

 

Vide

 

 

Vide é uma freguesia portuguesa da Região de Loriga, com 51,25 km² de área e 843 habitantes (2001), com uma densidade populacional de 16,4 hab/km².

Está situada na zona centro do país, no Parque Natural da Serra da Estrela, a uma distância de 25 Km da Torre.

A freguesia engloba as seguintes e pequenas povoações anexas:

Abitureira,Baiol,Balocas,Baloquinhas,Barreira,Barriosa,Barroco da Malhada,Borracheiras,Carvalhinho,Casal do Rei,Casas Figueiras,Cide, Chão Cimeiro,Coucedeira,Costeiras,Fontes do Cide,Foz da Rigueira,Foz do Vale,Frádigas,Gondufo,Lamigueiras,Malhada das Cilhas,Monteiros,Muro

,Obra,Outeiro,Ribeira,Rodeado,Sarnadinha,Silvadal e Vale do Cide.

Pertenceu ao concelho de Loriga até ao início do século XVII,época em que ganhou alguma autonomia mas sem receber foral. Essa situação durou até ao início do século XIX (1834), tendo nessa época passado a pertencer plenamente ao município loriguense até 1855, ano em que foi integrada no concelho de Seia. Em 1801 era constituída apenas pela freguesia da sede e tinha 750 habitantes.

Últimos estudos, levados a cabo em 2002, confirmam que o povoamento do Vale de Loriga em cujo extremo se encontra Vide, remonta aos finais do Paleolítico Superior.

Entre as zonas de Entre-águas e de Ferradurras, nesta freguesia, há alguns núcleos rochosos que possuem várias inscrições rupestres, os maiores descobertos até agora, que foram objecto de estudo por parte da Associação Portuguesa de Investigação Arqueológica, e que segundo os traços gerais apresentados, pertencem à Idade do Bronze. A aldeia da Vide tem vários acessos sendo os principais a EN 230, que vem de Oliveira do Hospital, e a EN 238, na Portela de Loriga, cruzamento com a EN 231 que une Loriga a Seia.

 

 

 

 

            LORIGA – TERRA DE VIRIATO – Viriathus was born in Loriga

 

 

     

 

      VIRIATO

 

      “…Sucedeu o pastor Viriato,natural de Lobriga,hoje a vila de Loriga,no

      cimo na Serra da Estrêla,Bispado de Coimbra;Ao qual,tendo quarenta anos de

      idade,aclamaram Rei dos Lusitanos e casou em Évora com uma nobre

      Senhora,no ano 147.

      Prendeu em batalha, ao Pretor romano Caio Vetílio e lhe degolou 4000

      soldados;A Caio Lucitor,daí a uns dias,matou 6000.

      Ao capitão Caio Plaucio ,matou Viriato mais de 4000 junto de

      Toledo.Reforçou-se o dito capitão,e dando batalha junto de Évora,prendeu

      4000 soldados.

      No ano 146,o Pretor Cláudio Unimano lhe deu batalha e de todo foi

      destruído por Viriato,que repartiu os despojos pelos soldados,pondo nos

      montes mais altos da Lusitânia,os estendartes romanos…”

      (Página do livro manuscrito História da Lusitânia,do Bispo Mor do

      Reino,1580,”traduzida” do português arcaico para o actual)

      ____________________________________________________________________________________________________________

 

      -Algumas citações de alguns dos mais importantes antigos historiadores

      romanos:

 

      *** -“Viriato,um lusitano de nascimento,sendo pastor desde criança nas

      altas montanhas*,foi para todos os Romanos motivo do maior terror.A

      princípio armando emboscadas,depois devastando províncias,por último

      vencendo,pondo em fuga,subjugando exércitos de Pretores, e Cônsules

      romanos.”(Orósio(5.4.1)

 

      *** -“Viriato,nascido e criado nas mais altas montanhas* da Lusitânia,onde

      foi pastor desde criança,conseguiu reunir o apoio de todo o seu povo para

      sacudir o jugo romano e fundar uma grande nação livre na

      Hispânia”(Floro(1.33)

 

      *** -“…Este Viriato era originário dos Lusitanos…Sendo pastor desde

      criança,estava habituado a uma vida dura nas altas montanhas*…Famoso

      entre as populações,foi por eles escolhido como chefe…(Diodoro

      Sículo(33.1.1-4)….

      *Hermínius,actual Serra da Estrela

      ____________________________________________________________________________________________________________

 

      -Todos os grandes historiadores,começando pelos romanos antigos,elogiam as

      grandes qualidades de Viriato.Nelas se destacam,a inteligência,o

      humanismo,a capacidade de liderança,e a sua grande visão de estratega

      militar e político.A este grande homem,que liderou os

      Lusitanos,antepassados dos portugueses,os romanos só conseguiram vencer

      recorrendo à vergonhosa traição cobarde.Este homem,tal como outros que

      ficaram na história,tinha origens humildes,provando-se na época,tal como

      hoje,que as capacidades individuais não dependem do estrato social,nem são exclusivas de quem tem habilitações académicas.

      Viriato,era apenas um pastor,habituado desde criança a percorrer as

      montanhas dos Herminius(actual Serra da Estrêla),onde nasceu,e que

      conhecia como as palmas das suas mãos,inclusivé as povoações lusitanas da

      serra.A Lobriga,sua terra-natal,um povoado fortificado situado

      estratégicamente próximo do ponto mais alto da serra,os romanos puseram o

      nome de Lorica(antiga couraça guerreira).

      _____________________________________________________________________________________________________________

 

      – Os Romanos chamaram Lorica,nome de antiga couraça guerreira(LORICA

      LUSITANORUM CASTRUM EST),à povoação lusitana,fortificada, de Lobriga,nome

      de evidente etimologia céltica.O nome Lorica foi escolhido devido à sua

      posição estratégica no coração dos Herminius,e ao papel desempenhado

      durante a resistência contra os invasores romanos numa serra que era a

      maior fortaleza lusitana.Do latim, Lorica,derivou Loriga,com o mesmo

      significado,e esta derivação do nome latino começou a ser usada pelos

      Visigodos.Um caso raro de um nome que se mantém praticamente inalterado há

      dois mil anos,sendo altamente significativo da história e da antiguidade

      da povoação(por isso,a couraça é a peça central do brasão histórico da

      vila).

      Loriga,existe há mais de vinte e seis séculos,e a povoação foi fundada

      estratégicamente e originalmente no alto de uma colina,entre duas

      ribeiras, na àrea onde hoje existe o centro histórico da vila.A rua

      principal da àrea mais antiga do centro histórico da vila tem o nome de

      Viriato em sua homenagem.Exactamente na àrea onde,há mais de dois mil e

      seiscentos anos,foram feitas as primeiras habitações pelos antepassados

      dos loricenses.

     

      ____________________________________________________________________________________________________________

 

     

 

      VIRIATHUS WAS BORN IN LORIGA

 

      In 147 b.C.,thousands of Lusitanian warriors found themselves surrounded

      by the military forces of magistrate Caio Vetílio.At first this seemed

      like just another Roman attempt to seize the Iberian Península in the on

      going war in which the Roman Republic had led for years.But pursued by the

      enemy,the Lusitanians elect one of their own and hand him absolute

      power.Born in Lobriga,Lusitania,Lorica for the Romans,current Loriga in

      Portugal,this man,who for seven will taunt the Romans,is called Viriathus.

      Between 147 and 139,the year in which he was killed (murder by Romans,he

      was assassinated while sleeping),Viriathus successively defeated Roman

      armies,led a greater part of the iberian peoples into revolt and was

      responsible for the beginning of the war of Numância.

      After the murder,the Lusitanian guerrilla was continued to resist,”the

      women boke arms with the men,who died wiht a will,not a man of them

      showing his back,or uttering a cry.Of the women who were captured some

      killed themselves,others slew their children also with their own

      hands,considering death preferable to captivity”.

      Viriathus,is considered the first Lusian figure,and also national hero in

      Portugal.It was born without a doubt in the Hermínius,current Serra da

      Estrela,wehere he was shepherd since child,more precisely in

      Lobriga,Lorica for the Romans,current Loriga,in Portugal.

      Viriathus,was praised had to is great qualities human beings,and of great

      strategist to military and diplomat,inclusively for the old Romans

      historians.Viriathus,proved that at the time,such as today,the individual

      capacities do not depend on the social estratum nor of the academical

      qualifications.Viriathus,was only one shepherd,accustomed since child to

      cover mountains of the heart of the Lusitania.

      Roman,the superpower of the time,only obtained to arrange away it to

      win,resort to the shameful and dishonourable treason coward!Curiously,it

      was after an act of high treason of the part of the Romans,wich cost the

      life the thousand of disarmed Lusitanians,that Viriathus was elect to

      leader for is compatriots.

      Viriathus,leader that it directed with effectiveness the resistence of the

      Lusitanians,ancestors of the Portugueses,against a powerful invader,is

      considered since its time an example to follow.

      Viriathus,was a true military genious,politician and

      diplomat.But,moreover,he was the defender of a world asphyxiated by the

      great Roman dominion.The world in which he very roots of Portugal are

      implanted.

      Viriathus,is a real portuguese national hero.

 

      ____________________________________________________________________________________________________________

 

 

      LORIGA

 

 

            

                  Loriga is an ancient,beautiful and historic small portuguese town,located in the Serra da Estrela mountains.

                  Known as Lobriga by the Lusitanians and Lorica by the Romans,it is more than 2600 years old.

                  Notable people from Loriga include Viriathus ( known as Viriato in Portuguese ),a famous Lusitanian leader and portuguese national hero.

                  Loriga as enormous touristics potentialities and they are the only ski resort and ski trails existing in Portugal ( Loriga is the Lusian Capital and the capital of the snow in Portugal ).

            

            

Loriga is a small town in Portugal located in Seia Municipality, Guarda District.

Loriga is 20 km away from the city of Seia, 40 km away from Viseu, 80 km away

from Guarda and 320 km from Lisbon. It is nestled in the Serra da Estrela

mountain range. The population is 1,367 (2005 estimate).

It is known as the “Portuguese Switzerland” due to its landscape: a small town

surrounded by mountains.

Known to be settled by the Lusitanians, the town is more than 2600 years old and

was part of the Roman province of Lusitania. It was known as Lobriga by the

Lusitanians and Lorica by the Romans.

Loriga became a textile manufacturing center in the begin-19th century. While that

industry has since dissipated, today the town attracts a sizable tourist trade

due to its picturesque scenery and vicinity to the Vodafone Ski Resort, the only

ski center in Portugal, totally inside the town limits.

 

 

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            LORIGA – Vila de PORTUGAL

 

 

 

     

 

      LORIGA

 

      Loriga é uma vila e freguesia portuguesa,situada

      na Serra da Estrela, distrito da Guarda. Tem 36,52

      km² de área, e densidade populacional de 37,51 hab/km² (2005).

      Loriga encontra-se a 80km da Guarda e 300km de Lisboa.

      A vila é acessível pela EN 231, e tem acesso à Torre

      pela EN 338, seguindo

      um traçado projectado décadas atrás, com um percurso de 9.2

      km de paisagens deslumbrantes, entre as cotas

      960m (Portela de Loriga) e 1650m, acima da Lagoa

      Comprida onde entronca com a EN 339.

      A àrea urbana da vila encontra-se a uma altitude

      que varia entre os 770m e os 1200m.

 

      Gentílico:Loricense ou loriguense

      Orago:Santa Maria Maior

      Código Postal:6270

 

      Há décadas foi chamada a “Suíça Portuguesa” devido às

      características da sua belíssima paisagem. Está

      situada a partir de 770m de altitude, rodeada por

      montanhas,todas com mais de 1500m de altitude

      das quais se destacam a Penha dos

      Abutres (1828m de altitude) e a Penha do Gato

      (1771m), e é abraçada por dois cursos de água: a

      Ribeira de Loriga e a Ribeira de S.Bento,as quais

      se unem depois da E.T.A.R. da vila.A Ribeira de

      Loriga é um dos afluentes do Rio Alva.

 

      VILA

 

      A vila está dotada de uma ampla gama de infrastrutras,como por exemplo,a

      Escola C+S Dr.Reis Leitão,a Banda Filarmónica de Loriga, fundada em 1905,

      o corpo de Bombeiros Voluntários de Loriga, cujos serviços se desenvolvem

      na àrea do antigo Município Loricense, a Casa de Repouso Nª. Srª. da Guia,

      uma das últimas obras sociais de relevo,a Associação Loriguense de Apoio à

      Terceira Idade,o Grupo Desportivo Loriguense,fundado em 1934,Posto da

      GNR,Correios,serviços bancários,farmácia,Escola EB1 e pré-escolar, praia

      fluvial,estância de esqui (única em Portugal),etc .

      Ao longo do ano celebram-se de maneira especial o Natal, a Páscoa (com a

      tradicional Amenta das Almas) e festas em honra de S. António (durante o

      mês Junho) e S. Sebastião (durante o mês de Julho), com as respectivas

      mordomias e procissões. Porém, o ponto mais alto das festividades

      religiosas é a festa dedicada NªSrª da Guia, padroeira da diáspora

      loricense, que se realiza todos os anos, no primeiro Domingo de Agosto.

 

      Acordos de geminação:

      Loriga celebrou acordo de geminação com:

      A vila, actual cidade de Sacavém, no concelho de Loures, em 1 de Junho de

      1996.

 

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      HISTÓRIA CONCISA DE LORIGA

 

      Lorica,foi o nome dado pelos Romanos a Lobriga, povoação que foi,nos

      Hermínius(actual Serra da Estrêla),um forte bastião lusitano contra os

      invasores romanos.Os Hermínius foram a maior fortaleza lusitana e Lorica

      situada no coração dessa fortaleza,perto do ponto mais alto.Lorica,do

      latim,é nome de antiga couraça guerreira,de que derivou Loriga,com o mesmo

 

      significado.Os próprios soldados e legionários romanos usavam Lorica.Os

      Romanos puseram-lhe tal nome,devido à sua posição estratégica na serra,e

      ao seu protagonismo durante a guerra com os Lusitanos(* LORICA LUSITANORUM

 

      CASTRUM EST).É um caso raro de um nome que se mantém praticamente

      inalterado há dois mil anos,sendo altamente significativo da antiguidade e

 

      da história da povoação(por isso,a couraça é a peça central e principal do

 

      brasão histórico da vila).

      A povoação foi fundada estratégicamente no alto de uma colina,entre duas

      ribeiras,num belo vale de origem glaciar.Desconhece-se,como é evidente,a

      longínqua data da sua fundação,mas sabe-se que a povoação existe há mais

      de dois mil e seiscentos anos,e surgiu originalmente no mesmo local onde

      hoje está o centro histórico da vila.No Vale de Loriga,onde a presença

      humana é um facto há mais de cinco mil anos,existem actualmente,além da

      vila,as aldeias de Cabeça,Muro,Casal do Rei,e Vide.

      Da época pré- romana existe,por exemplo uma sepultura antropomórfica com

      mais de dois mil anos,num local onde existiu um antigo santuário,numa

      época em que o nome da povoação era Lobriga,etimologia de evidente origem

      céltica.Lobriga,foi uma importante povoação fortificada,Celta e

      Lusitana,na serra.

      A tradição local,e diversos antigos documentos,apontam Loriga como tendo

      sido berço de Viriato,que nasceu,sem dúvida,nos Hermínius,onde foi pastor

      desde criança.É interessante a descrição existente no livro manuscrito

      História da Luzitânia,do Bispo-Mor do Reino(1580):”…Sucedeu o pastor

      Viriato,natural de Lobriga,hoje a villa de Loriga,no cimo da Serra da

      Estrêla,Bispado de Coimbra,ao qual,aos quarenta annos de idade,aclamarão

      Rey dos Luzitanos,e casou em Évora com huma nobre senhora no anno

      147…”.A rua principal, da àrea mais antiga do centro histórico da vila

      de Loriga,tem o nome de Viriato,em sua homenagem.

      Ainda hoje existem partes da estrada,e uma das duas pontes(século I

      a.C.),com que os Romanos ligaram Lorica ao restante império.A ponte romana

 

      ainda existente,sobre a Ribeira de Loriga,está em bom estado de

      conservação,e é um bom exemplar da arquitectura da época.

      A estrada romana ligava Lorica a Egitânia (Idanha-a-Velha),Talabara

      (Alpedrinha),Sellium (Tomar),Scallabis (Santarém),Olisipo (Lisboa) e a

      Longóbriga (Longroiva),Verurium (Viseu),Balatucelum (Bobadela),Conímbriga

      (Condeixa)e Aeminium (Coimbra).

      Quando os romanos chegaram,a povoação estava dividida em dois núcleos

      separados por poucas centenas de metros.O maior,mais antigo e principal

      situava-se na àrea onde hoje existem a Igreja Matriz e parte da Rua de

      Viriato,sendo defendido por muros e paliçadas.O outro núcleo,constituído

      apenas por algumas habitações,situava-se mais acima junto a um pequeno

      promontório rochoso,em cima do qual mais tarde os Visigodos construíram

      uma ermida dedicada a S.Gens.

      Com o domínio romano,cresceu a importância de Lorica,uma povoação castreja

 

      que recebeu populações de castros existentes noutros locais dos

      Hermínius,e que entretanto foram abandonados.Isso aconteceu porque esses

      castros estavam localizados em sítios onde a única vantagem existente era

      a facilidade de defesa.Sítios que,ao contrário de Lorica,eram apenas um

      local de refúgio,onde as habitações estavam afastadas dos recursos

      necessários à sobrevivência,tais como àgua e solos aráveis.Um desses

      castros abandonados,e cuja população se deslocou para Lorica,situava-se no

 

      ainda conhecido Monte do Castelo,ou do Castro,perto da Portela de

      Loriga.No século XVIII ainda eram visíveis as ruínas das fundações das

      habitações que ali existiram,mas actualmente no local apenas se vêem

      pedras soltas.

      Loriga,foi também importante para os Visigodos,os quais deixaram uma

      ermida dedicada a S.Gens,um santo de origem céltica,martirizado em

      Arles,na Gália,no tempo do imperador Diocleciano.A ermida sofreu obras de

      alteração e o orago foi substituído, passando a ser de Nossa Senhora do

      Carmo.Com a passagem dos séculos,os loricenses passaram a conhecer o santo

 

      por S.Ginês,hoje nome de bairro neste local do actual centro histórico da

      vila.A actual derivação do nome romano,Loriga,começou a ser usada pelos

      Visigodos.

      A Igreja Matriz tem,numa das portas laterais,uma pedra com inscrições

      visigóticas,aproveitada de um antigo pequeno templo existente no local

      quando da construção datada de 1233.A antiga igreja,era um templo românico

 

      com três naves,a traça exterior era semelhante à da Sé Velha de

      Coimbra,tinha o tecto e abóbada pintados com frescos,e, quando foi

      destruída pelo sismo de 1755,possuía nas paredes,quadros da escola de Grão

 

      Vasco.Da primitiva igreja românica do século XIII restam partes das

      paredes laterais.

      Desde a reconquista cristã, que Loriga esteve sob a exclusiva influência

      administrativa e eclesiástica de Coimbra,pertencendo também à Coroa e à

      Vigariaria do Padroado Real,e foi o próprio rei(na época D.Sancho II)que

      mandou construír a Igreja Matriz,cujo orago era,tal como hoje,de Santa

      Maria Maior.Na segunda metade do século XII já existia a paróquia de

      Loriga,e os fieis dos então poucos e pequenos lugares ou “casais” dos

      arredores,vinham à vila assistir aos serviços religiosos.Alguns desses

      lugares,hoje freguesias,foram,a partir do século XVI,adquirindo alguma

      autonomia religiosa,começando por Alvoco,e seguindo-se Vide,Cabeça e

      Teixeira.

      A vila de Loriga,recebeu forais de João Rhânia(senhorio das Terras de

      Loriga durante cerca de duas décadas,no tempo de D.Afonso Henriques)em

      1136,de D.Afonso III em 1249,de D.Afonso V em 1474,e recebeu foral novo de

 

      D.Manuel I em 1514.

      Com D.Afonso III,a vila recebeu o primeiro foral régio,e em 1474,D.Afonso

      V doou Loriga ao fidalgo Àlvaro Machado,herdeiro de Luís Machado,que era

      também senhor de Oliveira do Hospital e de Sandomil,doação confirmada em

      1477, e mais tarde por D.Manuel I.No entanto,após a morte do referido

      fidalgo,a vila voltou definitivamente para os bens da Coroa.No século

      XII,o

      concelho de Loriga abrangia a àrea compreendida entre a Portela de

      Loriga(hoje também conhecida por Portela do Arão)e Pedras

      Lavradas,incluindo as àreas das actuais freguesias de Alvoco da

      Serra,Cabeça,Teixeira,e Vide.Na primeira metade do século XIX,em 1836,o

      concelho de Loriga passou a incluír Valezim e Sazes da

      Beira.Valezim,actual aldeia histórica,recebeu foral em 1201,e o concelho

      foi extinto em 1836,passando a pertencer ao de Loriga. Alvoco da Serra

      recebeu foral em 1514 e Vide recebeu alguma autonomia no século XVII,mas voltaram a

      ser incluídas no concelho de Loriga em 1828 e 1834 respectivamente,também

      no início do século XIX.As sete freguesias que ocupam a àrea do antigo

      município loricense, constituem actualmente a denominada Região de

      Loriga.Essas freguesias constituem também a Associação de Freguesias da

      Serra da Estrela,com sede na vila de Loriga.

      Loriga,é uma vila industrializada(têxtil) desde o início do século

      XIX,quando “aderiu” à chamada revolução industrial,mas,já no século XVI os

 

      loricenses produziam bureis e outros panos de lã.Loriga,chegou a ser uma

      das localidades mais industrializadas da Beira Interior,e a actual sede de

 

      concelho só consegui ultrapassá-la em meados do século XX.Tempos houve em

      que só a Covilhã ultrapassava Loriga em número de empresas.Demonstrativo

      da genialidade dos loricenses,é que tudo isso aconteceu apesar dos acessos

 

      difíceis à vila,os quais até à década de trinta do século XX,se resumiam à

 

      velhinha estrada romana de Lorica,contruída no século I antes de

      Cristo.Nomes de empresas,tais como Regato,Fândega,Leitão &

      Irmãos,Redondinha,Tapadas,Augusto Luís Mendes,Moura

      Cabral,Lorimalhas,Lages Santos,Nunes Brito,etc,fazem parte da rica

      história industrial desta vila.A maior e principal avenida de Loriga tem o

 

      nome de Augusto Luís Mendes,o mais destacado dos antigos industriais

      loricenses.

      Mais tarde,a metalurgia,a pastelaria,e mais recentemente,o turismo (Loriga

 

      tem enormes potencialidades turisticas),passaram a fazer parte dos pilares

 

      da economia da vila.

      Outra prova do génio loricense é um dos exlíbris de Loriga,os inúmeros

      socalcos e a sua complexa rede de irrigação,construídos ao longo de muitas

 

      centenas de anos,e que transformaram um vale belo mas rochoso,num vale

      fértil.

      Em Loriga existem a única estância e pistas de esqui existentes em

      Portugal.Loriga,é a capital da neve em Portugal.

 

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      VISITE A BELA E HISTÓRICA VILA DE LORIGA,NA SERRA DA ESTRÊLA.

      -A LOBRIGA DOS CELTAS E DOS LUSITANOS.

      -FUNDADA ESTRATÉGICAMENTE,HÁ MAIS DE DOIS MIL E SEISCENTOS ANOS, NO ALTO

      DE UMA COLINA,ENTRE DUAS RIBEIRAS(HOJE,A RIBEIRA DE LORIGA E A RIBEIRA DE

      S.BENTO).

      -POVOAÇÃO PLURIMILENAR.

      -A POVOAÇÃO SURGIU ORIGINALMENTE NO LOCAL ONDE ACTUALMENTE ESTÁ O CENTRO

      HISTÓRICO DA VILA.

      -BERÇO DE VIRIATO,QUE NASCEU,SEM DÚVIDA, NOS HERMÍNIUS(ACTUAL SERRA DA

      ESTRELA)ONDE FOI PASTOR DESDE CRIANÇA.

      -EXTRACTO DO LIVRO MANUSCRITO, HISTÓRIA DA LUSITÂNIA [BISPO-MOR DO

      REINO,1580]:…”SUCEDEU O PASTOR VIRIATO,NATURAL DE LOBRIGA,HOJE A VILA DE

      LORIGA,NO CIMO DA SERRA DA ESTRELA,BISPADO DE COIMBRA”…

      -A LORICA DOS ROMANOS [ LORICA LUSITANORUM CASTRUM EST ]QUE LHE PUSERAM O

      NOME DEVIDO À SUA POSIÇÃO ESTRATÉGICA NA SERRA E POR TER SIDO UM BASTIÃO

      LUSITANO CONTRA OS INVASORES.

      (LORICA,DO LATIM, OU LORIGA – NOME DE ANTIGA COURAÇA GUERREIRA).UM CASO

      RARO EM POTUGAL DE UM NOME QUE SE MANTÉM PRATICAMENTE INALTERADO HÁ DOIS

      MIL ANOS,SENDO ALTAMENTE REPRESENTATIVO DA ANTIGUIDADE E DA HISTÓRIA DA

      POVOAÇÃO(POR ISSO,A COURAÇA É A PEÇA CENTRAL E FUNDAMENTAL DO BRASÃO

      HISTÒRICO DA VILA). -IMPORTANTE POVOAÇÃO VISIGÓTICA.OS VISIGODOS DEIXARAM

      UMA ERMIDA DEDICADA A S.GENS,E FORAM ELES QUE COMEÇARAM A USAR A ACTUAL

      VERSÃO DO NOME ROMANO [LORIGA].

 

      -VILA DESDE O SÉCULO XII (RECEBEU FORAIS DE JOÃO RHÂNIA(SENHORIO DAS

      TERRAS DE LORIGA NO TEMPO DE D.AFONSO HENRIQUES),D.AFONSO III,D.AFONSO V,

      E D.MANUEL I,RESPECTIVAMENTE).

      -PARÓQUIA DESDE O SECULO VI,A IGREJA MATRIZ FOI CONSTRUÍDA NO SÉCULO

XIII.

      -VILA INDUSTRIAL DESDE O INÍCIO DO SÉCULO XIX [TÊXTIL],EMBORA ESTA

      ACTIVIDADE JÁ EXISTISSE NO SÉCULO XVI. -A LOCALIDADE GEOGRAFICAMENTE MAIS

      PRÓXIMA DA TORRE, O PONTO MAIS ALTO DA SERRA DA ESTRELA(INCLUI NA SUA ÀREA

      AS PISTAS DE ESQUI, ÙNICAS EM PORTUGAL).LORIGA,É A CAPITAL DA NEVE EM

      PORTUGAL.VENHA PRATICAR ESQUI À VILA DE LORIGA.

      -UMA DAS MAIS BELAS VILAS E UMA DAS MAIS ANTIGAS POVOAÇÕES DE PORTUGAL.

      -REGIÃO DE LORIGA(ÀREA DO ANTIGO MUNICÍPIO LORICENSE):VILA DE LORIGA E AS

      FREGUESIAS DE ALVOCO DA SERRA,CABEÇA,TEIXEIRA,SAZES DA BEIRA,VALEZIM E

      VIDE.CONSTITUI A ASSOCIAÇÃO DE FREGUESIAS DA SERRA DA ESTRELA,COM SEDE NA

      VILA DE LORIGA.

      – BEM-VINDOS À BELA REGIÃO DE LORIGA – BEM-VINDOS À BELA E HISTÓRICA VILA

      DE LORIGA –

 

      -( NOTA:Houve quem,de forma pouco rigorosa,ou tendenciosa,quisesse fazer

      passar a ideia de que Loriga só recebeu o foral de D.Manuel I,chegando a

      atribuir àquele rei documentos datados de 1474 e 1477 ( D.Manuel I iniciou

      o seu reinado em 1495 ),e afirmando serem os mais antigos com referências

      a Loriga,numa tentativa forçada de apagar o passado histórico e municipal

      da vila,anteriores ao século XVI (importantes documentos desapareceram de

      forma estranha e conveniente e inventaram história a condizer),tentando

      assim também justificar e legitimar a grande injustiça de que Loriga foi

      vítima em 1855!Nesse ano,a vingança política e a intriga movida por

      desejos expansionistas,ditaram o fim do Município de Loriga.

      Foi escrito também que Loriga teria surgido originalmente num local

      conhecido por Chão do Soito onde terá existido uma espécie de “Loriga

      provisória”.Só mais tarde (?!) os habitantes se teriam apercebido do erro

      da escolha daquele local e se teriam mudado para a localização actual,ali

      ao lado!Dadas as características do dito Chão do Soito,comparadas com as

      do local onde de facto Loriga foi fundada,só quem sabe pouco ou não sabe

      nada de história,e consequentemente desconhece os hábitos das populações

      da época,ou queira insultá-las,é que pode afirmar tal coisa!É uma teoria

      ridícula que só serve para denegrir a imagem dos antepassados dos

      loricenses,remetendo-os para o mundo das anedotas:”Quais “cabecinhas não

      pensadoras e lentas” fundaram uma povoação,e só depois compreenderam que o

      tinham feito no lugar errado e ao lado do lugar ideal,contra a lógica da

      época!”Aliás,em nenhuma época a colina onde existe o centro histórico de

      Loriga,seria preterida e trocada pelo outro local!Ainda que no local tivessem sido encontrados vestígios arqueológicos (onde estão??!),que dada a antiguidade do povoamento do vale de Loriga podem ser encontrados quase em todo o lado, só um idiota ignorante concluiria que Loriga nasceu ali!

      Estas e outras ideias sem sentido foram copiadas por outros e vêem-se

      escritas por aí,dando uma ideia errada da história de Loriga. )-

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      HOMENAGEM A UM GRANDE LORICENSE/LORIGUENSE

 

      HOMENAGEM:O Sr.Conde,de uma forma discreta,já que a promoção pessoal nunca

      foi o seu objectivo,tem dedicado grande parte do seu tempo ao estudo e

      investigação da história,à defesa do património e do desenvolvimento,e à

      divulgação da vila de Loriga.Uma pequena parte do resultado do seu estudo

      sobre a história da vila de Loriga foi já publicada no jornal Garganta de

      Loriga e em outra imprensa local,regional,nacional e internacional. Essa

      pequena parte da sua pesquisa está disponível em diversos sites e outras

      publicações sobre Loriga(com ou sem referências ao seu nome),de diversos

      autores,e é conhecida dos loricenses.Estão também disponíveis,nos mais

      diversos sites ( a Wikipédia é um deles ) e outras publicações,extractos

      de alguns dos seus artigos publicados(com ou sem referências ao seu nome).

      São também conhecidas,e tendo em vista exclusivamente os objectivos

      referidos,as suas sempre assumidas iniciativas,nos poderes

      públicos,entidades oficiais,imprensa regional e nacional, e estações de

      televisão portuguesas e estrangeiras.

      É um loricense sempre atento a tudo que se passa na sua terra-natal,à qual

      o prendem fortes raízes.O seu trabalho tem sido de grande importância para

      a resolução dos principais problemas da vila de Loriga,para o conhecimento

      da sua história,e para a sua divulgação,dentro e fora de Portugal.O seu

      trabalho foi,e tem sido fundamental,para tirar Loriga da sombra em que

      esteve mergulhada,dando-a a conhecer a Portugal e a todo o mundo.

      A propósito dos principais problemas da vila,destaca-se,por exemplo,a sua

      decisiva intervenção nos seguintes casos:Conclusão da EN 338(conhecida

      localmente por Estrada de S.Bento),construção do novo edifício da Escola

      C+S de Loriga,reparação da EN 231,construção do quartel dos Bombeiros

      Voluntários de Loriga,classificação do património histórico,ordenamento

      dos símbolos heráldicos da vila,instalação de um museu dos

      lanifícios,construção de um pavilhão gimnodesportivo. Infelizmente estes dois últimos itens ainda não estão concretizados.

      O Sr.Conde não se tem preocupado apenas com a vila,mas também com a Região

      de Loriga,ou seja,com as outras seis freguesias cujas àreas pertenciam ao

      antigo Município de Loriga.É uma região com uma identidade própria,a

      preservar e desenvolver,e que ele tem defendido e divulgado como tal.

      Aliás,o Sr.Conde é um homem de cultura,com grandes e diversificadas

      capacidades,e como tal,o trabalho pela sua terra-natal e pela sua região,é

      apenas uma parte dos seus interesses e actividades.

Durante mais de vinte anos, o Sr. António Conde pesquisou a história de Loriga, deslocando-se a diversos arquivos, sacrificando muito da sua vida pessoal, profissional e financeira, contando também com a preciosa ajuda de pessoas que lhe abriram algumas portas. O resultado foi uma obra com cerca de setecentas páginas a que deu o nome “História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção do município”.

Por ter sido vítima de maus tratos, nomeadamente insultos, calúnias e difamação, o Sr. Conde adiou por tempo indefinido a publicação da sua obra, apesar da oferta de várias editoras, chegando inclusive a ponderar a sua destruição.

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      EXTRACTOS DE ALGUNS DOS TESTEMUNHOS MAIS SIGNIFICATIVOS:

 

      “Já todos nos habituámos à regular colaboração do nosso conterrâneo

      António Conde.São homens como ele que alimentam a curiosidade e o

      interesse sobre as problemáticas locais e sobre a imprensa regional…

      …Este loriguense é um homem preocupado com a terra que o viu nascer,à

      qual o prendem fortes raízes.No entanto,pela sensibilidade com que

      escreve,pelos apelos que faz à unidade loriguense,António Conde tem

      revelado,ao longo dos anos que vem mantendo colaboração no jornal,um

      pensamento coerente e linear.

      Concorde-se ou não com o acentuado sentido crítico que empresta aos seus

      artigos,nomeadamente na sua crónica”Quo vádis Lorica”,o facto é que

      António Conde não se limita a falar dos problemas,mas aponta soluções.Por

      isso,a redacção do “GL” considera-o um loriguense de causas.

      …Digam lá se o exemplo de António Conde não é de seguir.

      Este loriguense,para além de reclamar junto dos poderes públicos para a

      resolução dos problemas de Loriga,não guarda para si a informação

      recebida,antes a envia ao “GL”,para que todos a conheçam.Preto no

      branco,com cópias dos ofícios e tudo.

      Assim é que é!Obrigado António Conde,pela consideração que tem pelo

      “GL”,pela ANALOR,e por Loriga.”

 

      (In jornal Garganta de Loriga(GL),Maio de 2002)

 

 

      “Dizer Bem – Promover Loriga

 

      Há coisas e situações que, no dia-a-dia, merecem que as olhemos de forma

      positiva.

 

      António Conde,homem de grande cultura,homem de grandes convicções e

      princípios,e muito ligado às chamadas “novas tecnologias”,é o principal

      responsável pela divulgação de Loriga e da sua história,e um dos

      principais responsáveis pela resolução dos principais problemas da vila.

      O Sr.Conde é hoje muito diferente do homem que deixou a sua querida

      terra-natal há vinte anos,e mesmo quando residia na sua vila de Loriga,já

      era muito

      mais do que muitos dos seus conterrâneos pensavam ou ainda pensam dele!

      Embora alguns seus conterrâneos tenham dificuldade em aceitar,por

      incredulidade ou má-fé,a realidade é que Loriga deve muito a este seu

      filho,que,ao

      contrário de outros por aí que fizeram muito menos,ou não fizeram nada

      pela sua terra,não procura publicidade nem notoriedade.Por exemplo,não

      existe

      nenhum site assinado com o seu nome,mas a maioria dos sites a nível

      nacional e internacional que falam de Loriga e da sua história (e já são

      muitos) fazem-no

      graças à pesquisa e divulgação do Sr.Conde.

      Sem a acção do Sr.Conde,a vila de Loriga não seria o que é,não seria tão

      conhecida,e a sua verdadeira história e do seu património ainda estariam

na

      penumbra.Ninguém conseguiu mais para a sua terra-natal que o

      Sr.Conde,especialmente nos últimos 17 ou 18 anos!”

 

      (In blog Dizer Bem,artigo escrito por: Jorge Andrade em 20 de Julho de

  1. 10:49 PM)

 

      ———————————————————————————————————————–

 

      “Loriga a concelho

      Loriga,vila e sede de concelho desde o século XII,pagou caro pelo apoio

      dado aos “absolutistas” contra os “liberais”.

      Numa época em que a consciência democrática era inexistente,havia

      retaliações para quem tinha ideias diferentes das de quem detinha o poder.

      Em tais circunstâncias,há sempre quem queira beneficiar do mal

      alheio,e,para tal,ajude a provocar a precipitação dos acontecimentos.

      O concelho de Loriga ,foi extinto pela vingança politica e pelos

      interesses expansionistas de quem beneficiou com o facto.Uma completa

      injustiça!

      Passados cento e quarenta e dois anos,a vila e a Região de

      Loriga,continuam “a cumprir a pena à qual foram condenadas”,como se

      estivessem a pagar juros.

      De vêz em quando,como acontece actualmente,a”pena”é aliviada e surge algum

      progresso,mas,a história diz-nos que esta é uma situação rara.A realidade

      local confirma-o.

      O concelho de Loriga,incluia mais de trinta povoações,entre freguesias e

      suas anexas,e algumas estão agora a quarenta quilómetros da actual sede de

      municipio.A vila de Loriga está a vinte quilómetros.

      Se o concelho de Loriga não for restaurado a curto prazo,daqui a poucas

      décadas a região estará repleta de aldeias fantasmas,e a vila de Loriga

      estará pouco melhor.

      Fala-se muito no caso de Vizela,mas,o caso de Loriga é mais grave,embora

      não seja tão mediatizado,e é de resolução mais urgente.

      Não se fala de um Movimento para a Restauração do Concelho de Loriga,nos

      jornais,rádios e televisões,mas,em nome de toda a lógica

      administrativa,democrática e politica,o problema tem que ser resolvido.Só

      assim a região de Loriga terá futuro.

 

      António Conde”

      (In jornal Correio da Manhã,de 28 de Agosto de 1997)

 

      “Loriga a concelho

      Já tinha lido há algum tempo no Correio da Manhã,este artigo de António

      Conde,nosso conterrâneo e colaborador deste jornal,acerca da extinção do

      concelho de Loriga,causas e consequências.

      O texto,que eu,com a devida vénia,transcrevo para “este espaço”,está à

      vossa disposição na internet,na “Home Page” da vila de Loriga,e em

      http://www.terravista.pt/Meco/1087.E foi daí que o tirei.

      Como adenda,aproveito para juntar alguns números,resultantes das últimas

      eleicões autárquicas,para assim se compreender melhor o artigo.

      Assim:

      O concelho de Seia,com uma àrea de 448km2,é o 6º maior do Distrito da

      Guarda(que tem 14).Com 29 freguesias e uma população de 29990 habitantes e

      26683 eleitores.É o mais populoso,logo a seguir à Guarda!

      Em termos de comparação,temos Sabugal com 40 freguesias e dezenas de

      anexas,numa àrea de 827 km2 para 16320 habitantes.

      O concelho de Manteigas é o mais pequeno do Distrito da Guarda,com uma

      àrea de 112 km2 ,3 freguesias e 3758 eleitores.

      Agrupando as localidades desde o rio Alva,excluíndo Lapa e Vila Cova,até

      às Pedras Lavradas,temos:Valezim,Sazes,Sandomil,Cabeça,Alvoco,Teixeira,e

      Vide.A estas freguesias há ainda a acrescentar as anexas,que só Vide tem

      28!

      Este conjunto de freguesias que formariam o concelho de Loriga,somam entre

      si um número de eleitores superior a 6500,o que nos colocaria à frente de

      78 municípios com uma população e número de eleitores mais pequena que a

      nossa!

      Como disse,ficam aqui dados concretos para a discussão,agora que se fala

      tanto em novos concelhos,descentralização e regionalização…Vamos a

      isso!?”

 

      (In jornal Garganta de Loriga,em Junho de 1998)

 

 

 

IN HOMAGE TO A GREAT LORICENSE/LORIGUENSE

 

António Conde, Mr.CONDE,of one forms discrete,since the personal promotion never was its intent,has dedicated great part of is time to

the study and inquiry of history,to the defense of the patrimony and the development,and to the spreading of the town of

Loriga.One small part of the result of its study on the history of the town of Loriga already was published in the periodical

Garganta de Loriga and another press place,regional,national and the international.This small part of its research is available in

diverse sites and other publications on Loriga (with or without references to its name),of diverse authors,and is known of the

Loricenses.They are available,in the most diverse sites and other publications,trade bills of some of its published articles(with

or without references to its name).

Also they are known,and in view of exclusively the related intent,its always assumed initiatives,in being able them public,official

entities,the regional and national press,and portuguese and foreign television stations.

It is a always intent Loricense to that if it passes in its land-birthplace,which arrests strongs roots.Its work has been of great

importance for the resolution of the main problems of the town of Loriga,for the knowledge of its history,and for its spreading,inside and outside of Portugal.The its work it was,and it has been basic,to take off Loriga of the shade where it was

dived,giving it to know it Portugal and the whole world.

By the way of the main problems of the town,it is distinguished,for example,its decisive intervention in the following

cases:Conclusion of EN 338 (known local for Estrada de S.Bento),construction of the new building of Escola C+S de

Loriga,repairing of EN 231,construction of the quarter of the Bombeiros Voluntários de Loriga,classification of the historical

patrimony,order the heraldic symbols of the town,installation of a museum o the wool manufacturing,constrution of a hall of

desports.

The Mr.CONDE has not been worried only about the town,but also about Region of Loriga,that is,with the villages who

belonged to the old Municipality of Loriga.Is the region with a proper identity,to preserve and develop,and that i has defended

and divulged as such.

By the way,the Mr.CONDE is a culture man,with great and diversified capacities,and as such,the work for its land-birthplace

and its region,is only one part of its interests and activities.

 

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      QUANDO O CONCELHO DE LORIGA FOI EXTINTO,HAVIA A CONSCIÊNCIA DE A DECISÃO

      SER UM GRAVE ERRO ADMINISTRATIVO E POLÍTICO(COMO TEM VINDO A

      CONFIRMAR-SE),MAS,OS INTERESSES DAS POPULAÇÕES DA REGIÃO DE LORIGA FORAM

      CONSIDERADOS DESPREZÍVEIS.UMA INJUSTIÇA QUE NUNCA FOI REPARADA,E QUE,SE

      NADA FOR FEITO, PROVOCARÁ FINALMENTE A MORTE DE TODAS AS LOCALIDADES DA

      REGIÃO,DAS QUAIS RESTARÃO APENAS RUÍNAS ABANDONADAS.SERÃO,COMEÇANDO PELAS

      DA VILA DE LORIGA, UM GIGANTESCO MONUMENTO À INJUSTIÇA,À INCOMPETÊNCIA,E À

      CEGUEIRA.

      TODAS AS POLÍTICAS LOCAIS OU NACIONAIS DE AMBIENTE,ORDENAMENTO E

      ADMINISTRAÇÃO DO TERRITÓRIO,DEVEM TER SEMPRE COMO OBJECTIVO A EVOLUÇÃO DAS

      CONDIÇÕES DE VIDA DAS POPULAÇÕES,E O DESENVOLVIMENTO DAS LOCALIDADES.TAIS

      POLÍTICAS NUNCA DEVEM PROMOVER OU FOMENTAR,DIRECTA OU INDIRECTAMENTE,O

      ÊXODO DAS POPULAÇÕES,E A DESERTIFICAÇÃO HUMANA.

      PARA EVITAR A DESERTIFICAÇÃO DA REGIÃO DE LORIGA,É NECESSÁRIO NO

      MÍNIMO,PÔR EM PRÁTICA O QUE JÁ É RECONHECIDO NO PAPEL;DESENVOLVER A VILA

      DE LORIGA,PÓLO E CENTRO DA REGIÃO.

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      Outros sites sobre Loriga / Others sites about Loriga

 

      Loriga’s Site – LINKS

 

 

Os melhores sites sobre a terra-natal de Viriato / The best sites about the land of Viriathus

 

 

https://lorigaportugal.wordpress.com

 

http://Loricense.wordpress.com

 

http://Loriguense.wordpress.com

 

http://www.Lorica.no.sapo.pt

 

http://sites.google.com/site/terranataldeviriato

 

http://sites.google.com/site/cidadedeloriga

 

http://sites.google.com/site/viladelorigaportugal

 

http://sites.google.com/site/Loricalusitanorumcivitasest

 

http://members.virtualtourist.com/m/110692

 

 

 

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Os melhores vídeos sobre a terra-natal de Viriato / The best videos about the land of Viriathus

 

 

http://www.myspace.com/Loriga_Land_of_Viriathus

 

http://www.metacafe.com/channels/Loricense

 

http://www.dailymotion.com/Loricense

 

http://www.youtube.com/user/LoricaLoriga

 

http://www.youtube.com/user/MrVlRIATHUS

 

http://videos.sapo.pt/Loriguense/playview/2

 

http://members.virtualtourist.com/m/vb/0/110692

 

 

 

Loriga’s Site – LINKS

 

 

            Outros sites sobre Loriga / Others sites about Loriga

            

                  LORIGA –

                  https://lorigaportugal.wordpress.com/

                  LORIGA –

                  http://sites.google.com/site/terranataldeviriato/

                  LORIGA e a COMUNIDADE LUSÓFONA –

                  http://www.facebook.com/lorigaportugal/ 

                  


                  Loriga – Grupo de Escolas –

                  http://www.eb23-dr-reis-leitao.rcts.pt/

                  Loriga – História concisa –

                  http://sites.google.com/site/cidadedeloriga/

                  Loriga – Bombeiros Voluntários –

                  http://www.bvloriga.pt/

                  LORIGA –

                  http://sites.google.com/site/viladelorigaportugal

                  Loriga – Cômbaro Português –

                  http://sol.sapo.pt/blogs/joaocarreira/default.aspx

                  Loriga – Condições meteorológicas na vila –

               http://www.wunderground.com/weatherstation/WXDailyHistory.asp?ID=IDSERRAD1

                  Loriga – Empreendimento Turístico O Vicente –

                  http://www.ovicente.com/

                  Loriga – Portugal Web –

                  http://www.portugalweb.net/seia/freguesias/loriga/default.asp

                  Loriga – Filha de Loriga –

                  http://filha-de-loriga.blogspot.com/ 

                  Loriga – Glosk –

                  http://www.glosk.com/PO/Serra_da_Estrela/-2998664/pages/Loriga/2818_pt.htm

                  Loriga – História concisa –

                  http://sites.google.com/site/loricalusitanorumcivitasest/

                  Loriga – Vídeos I –

                  http://www.myspace.com/Loriga_land_of_Viriathus

                  Loriga – Vídeos II –

                  http://www.metacafe.com/channels/Loricense

                  Loriga – Vídeos III –

                  http://www.dailymotion.com/Loricense

                  Loriga – Vídeos IV –

                  http://www.youtube.com/user/MrVlRIATHUS

                  Loriga – Vídeos V –

                  http://www.youtube.com/user/LoricaLoriga

                  Loriga – Vídeos VI –

                  http://videos.sapo.pt/Loriguense/playview/2

                  Loriga – Vídeos VII –

                  http://members.virtualtourist.com/m/vb/0/110692

                  Loriga – Carlos Moura –

                  http://carlosmoura-cmoura.blogspot.com/

                  Loriga –

                  http://twitter.com/LORIGA

                  Loriga – Land of Viriathus –

                  http://groups.myspace.com/LORIGA

                  Loriga – Paróquia –

                  http://www.paroquias.org/jump.php?pid=245

                  Loriga – Povo Lusitano –

                  http://povo-lusitano.blogspot.com/

                  LORIGA – VÍDEO 1 –

                  http://vids.myspace.com/index.cfm?fuseaction=vids.individual&VideoID=41648101

                  LORIGA – VÍDEO 2 –

                  http://vids.myspace.com/index.cfm?fuseaction=vids.individual&VideoID=41715846

                  LORIGA – VÍDEO 3 –

                  http://vids.myspace.com/index.cfm?fuseaction=vids.individual&VideoID=41846091

                  LORIGA – VÍDEO 4 –

                  http://vids.myspace.com/index.cfm?fuseaction=vids.individual&VideoID=100194960

                  LORIGA – VÍDEO 5 –

                  http://vids.myspace.com/index.cfm?fuseaction=vids.individual&VideoID=42677835

                                  

                  Loriga –

                  http://members.virtualtourist.com/m/110692

                  Loriga blogg –

                  http://sonhosdeloriga.blogspot.com/

                  Loriga na Enciclopédia –

                  http://tiosam.com/?q=loriga

                  LORIGA no Sapo,o maior portal português –

                  http://www.sapo.pt/cgi/getid?id=https://lorigaportugal.wordpress.com 

                  Loriga –

                  http://www.facebook.com/pages/Loriga/341458813206

                  Loriga War Graves –

                  http://www.southafricawargraves.org/lists/portugal.htm

                  Loriga – Commonwealth War Graves

                  http://www.ww2museums.com/article/3555/Commonwealth-War-Graves-Loriga.htm

                  Loriga_Land_of_Viriathus –

                  http://myspace.com/Loriga_Land_of_Viriathus

                  Loriga –

                  http://www.facebook.com/group.php?gid=81788070613 

                  Loriga – Casa das Fragas –

                  http://www.casadasfragas.com/

 

                  Loriga –

                  http://www.facebook.com/group.php?gid=157605547438

 

          

                   

 

In http://sites.google.com/site/terranataldeviriato

 

 

 

                              <<<<<< + >>>>>>

 

      Página originalmente criada em Lisboa,no dia 30 de Janeiro de 2003

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PDF – Extratos da obra de António Conde, “História concisa da vila de Loriga – Das origens à extinção do município” / PDF Excerpts from the work of António Conde, “Concise History of the town of Loriga – From the Origins to the extinction of the municipality”

PDF – LORICA-LUSITANIA_LORIGA-PORTUGAL

PDF – LORIGA – VILA DE PORTUGAL

PDF__LORIGA__

PDF-LORIGA_PORTUGAL 1

PDF-LORIGA_PORTUGAL 1a

PDF-Lorica_Lusitania_Loriga_Portugal – 1

PDF – LORIGA_PORTUGAL 2

PDF – LORIGA_PORTUGAL 2a

PDF – LORIGA_PORTUGAL 3

PDF – LORIGA_PORTUGAL 3a

PDF – LORIGA-PORTUGAL

PDF – História concisa de Loriga por António Conde no site da Junta de Freguesia de Loriga

PDF – Loriga – Wikipédia, a enciclopédia livre – Artigo criado por António Conde

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 


 


 

Os melhores sites sobre a terra-natal de Viriato / The best sites about the land of Viriathus

 

 

 

 


 

 


 

 


 

 


 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 

 


 

Os melhores vídeos sobre a terra-natal de Viriato / The best videos about the land of Viriathus

 

 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

 

 


 


 

Loriga - Centro histórico em primeiro plano 1LORIGA_FaugILORIGA_nfzgiLORIGA_o2LORIGA_o5LORIGA_o7LORIGA_ouwMgLORIGA à noite_o20

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LORIGA

 

Loriga is an ancient, beautiful and historic small portuguese town, located in the Serra da Estrela mountains.

Known as Lobriga by the Lusitanians and Lorica by the Romans, it is more than 2600 years old.

Notable people from Loriga include Viriathus ( known as Viriato in Portuguese ), a famous Lusitanian leader

and portuguese national hero.

Loriga as enormous touristics potentialities and they are the only ski resort and ski trails existing in Portugal

( Loriga is the Lusian Capital and the capital of the snow in Portugal ).

Loriga is a small town in Portugal located in Guarda District.

Loriga is 20 km away from the village of Seia, 40 km away from Viseu, 80 km away

from Guarda and 320 km from Lisbon. It is nestled in the Serra da Estrela

mountain range. The population is 1,367 (2005 estimate).

It is known as the “Portuguese Switzerland” due to its landscape: a small town

surrounded by mountains.

Known to be settled by the Lusitanians, the town is more than 2600 years old and

was part of the Roman province of Lusitania. It was known as Lobriga by the

Lusitanians and Lorica by the Romans.

Loriga became a textile manufacturing center in the begin-19th century. While that

industry has since dissipated, today the town attracts a sizable tourist trade

due to its picturesque scenery and vicinity to the Vodafone Ski Resort, the only

ski center in Portugal, totally inside the town limits.

Coordinates: 40°19′13.69″N 7°39′58.15″W / 40.3204694°N 7.6661528°W /

40.3204694; -7.6661528

Loriga

Civil Parish (Vila)

The valley parish of Loriga in the shadow of the Serra da Estrela

Official name: Vila de Loriga

Country – Portugal

Region – Centro, Portugal

Subregion – Serra da Estrela

District – Guarda

Municipality – Seia

Localities – Fontão, Loriga

Landmark – Torre (Serra da Estrela)

Rivers – Ribeira de São Bento, Ribeira de Loriga

Center Loriga

– elevation1,293 m (4,242 ft)

– coordinates40°19′13.69″N 7°39′58.15″W / 40.3204694°N 7.6661528°W /

40.3204694; -7.6661528

Length4.21 km (3 mi), Northwest-Southeast

Width13.78 km (9 mi), Southwest-Northeast

Area36.25 km² (14 sq mi)

Population1,367 (2005)

Density37.71 / km² (98 / sq mi)

LAU – Vila/Junta Freguesia

– location – Largo da Fonte do Mouro, Loriga

Timezone – WET (UTC0)

– summer (DST)WEST (UTC+1)

ISO 3166-2 codePT-

Postal Zone – 6270-073 Loriga

Area Code & Prefix(+351) 238 XXX XXX

Demonym – Loriguense or Loricense

Patron Saint – Santa Maria Maior

Parish Address – Largo da Fonte do Mouro, 1019

6270-073 Loriga

Statistics from INE (2001); geographic detail from Instituto Geográfico

Português (2010)

Loriga (Portuguese pronunciation: [loˈɾiɡɐ]) is a small town (Portuguese:

vila) in south-central part of the municipality of Seia, in central

Portugal. Part of the district of Guarda, it is 20 km away from the city of

Seia, 40 km away from Viseu, 80 km away from Guarda and 320 km from Lisbon,

nestled in the Serra da Estrela mountain range. In 2005, estimates have the

resident population at about 1367 inhabitants, in an area of 36.25 km² that

includes the two localities/villages of Loriga and Fontão.

History

Loriga was

founded originally along a column between ravines where today the historic

centre exists. The site was ostensibly selected more than 2600 years ago, owing

to its defensibility, the abundance of potable water and pasturelands, and

lowlands that provided conditions to practice both hunting and

gathering/agriculture.

When the Romans arrived in the region, the settlement was concentrated into two

areas. The larger, older and principal agglomeration was situated in the area of

the main church and Rua de Viriato, fortified with a wall and palisade. The

second group, in the Bairro de São Ginês, were some small homes constructed on

the rocky promintory, which were later appropriated by the Visigoths in order to

construct a chapel. The 1st century Roman road and two bridges (the second

was destroyed in the 17th century after flooding) connected the outpost of

Lorica to the rest of their Lusitanian province. The barrio of São Ginês (São

Gens), a local ex-libris, is the location of the chapel of Nossa Senhora do

Carmo, an ancient Visigothic chapel. São Gens, a Celtic saint, martyred in Arles

na Gália, during the reign of Emperor Diocletian, and over time the locals began

to refer to this saint as São Ginês, due to its easy of pronunciation.

Middle Ages

Loriga was the municipal seat since the 12th century,

receiving forals in 1136 (João Rhânia, master of the Terras de Loriga for over

two decades, during the reign of Afonso Henriques), 1249 (during the reign of

Afonso III), 1474 (under King Afonso V) and finally in 1514 (by King Manuel

I).

Loriga was an ecclesiastical parish of the vicarage of the Royal Padroado and

its Matriz Church was ordered constructed in 1233, by King Sancho II. This

church, was to the invokation of Santa Maria Maior, and constructed over the

ancient small Visigothic chapel (there is a lateral block with Visigoth

inscriptions visible). Constructed in the Romanesque-style it consists of a

three-nave building, with hints of the Sé Velha of Coimbra. This structure was

destroyed during the 1755 earthquake, and only portions of the lateral walls

were preserved.

The 1755 earthquake resulted in significant damage to the village

of Loriga, destroying homes and the parcochial residence, in addition to

opening-up cracks and faults in the village’s larger buildings, such as the

historic municipal council hall (constructed in the 13th century). An

emissary of the Marquess of Pombal actually visited Loriga to evaluate the

damage (something that did not happen in other mountainous parishes, even

Covilhã) and provide support.

The residents of Loriga supported the Absolutionist forces of the Infante Miguel

of Portugal against the Liberals, during the Portuguese Liberal Wars, which

resulted in Loriga being abandoned politically after Miguel’s explusion by his

brother King Peter. In 1855, as a consequence of its support, it was stripped

of municipal status during the municipal reforms of the 19th century. At the

time of its municipal demise (October 1855), the municipality of Loriga included

the parishes of Alvoco da Serra, Cabeça, Sazes da Beira, Teixeira, Valezim and

Vide, as well as thirty other disincorporated villages.

Loriga was an industrial centre for textile manufacturing during the 19th

century. It was one of the few industrialized centres in the Beira Interior

region, even supplanting Seia until the middle of the 20th century. Only

Covilhã out-preformed Loriga in terms of businesses operating from its lands;

companies such as Regato, Redondinha, Fonte dos Amores, Tapadas, Fândega, Leitão

& Irmãos, Augusto Luís Mendes, Lamas, Nunes Brito, Moura Cabral and Lorimalhas,

among others. The main roadway in Loriga, Avenida Augusto Luís Mendes, is

named for one of the villages most illustrious industrialists. The wool industry

started to decline during the last decades of the 20th century, a factor that

aggravated and accelerated the decline of the region.

Geography

Known

locally as the “Portuguese Switzerland” due to its landscape that includes a

principal settlement nestled in the mountains of the Serra da Estrela Natural

Park. It is located in the south-central part of the municipality of Seia,

along the southeast part of the Serra, between several ravines, but specifically

the Ribeira de São Bento and Ribeira de Loriga; it is 20 kilometres from

Seia, 80 kilometres from Guarda and 300 kilometres from the national capital

(Lisbon). A main small town is accessible by the national roadway E.N. 231, that

connects directly to the region of the Serra da Estrela by way of E.N.338 (which

was completed in 2006), or through the E.N.339, a 9.2 kilometre access that

transits some of the main elevations (960 metres near Portela do Arão or Portela

de Loriga, and 1650 metres around the Lagoa Comprida).

The region is carved by U-shaped glacial valleys, modelled by the movement of

ancient glaciers. The main valley, Vale de Loriga was carved by longitudanal

abrasion that also created rounded pockets, where the glacial resistance was

minor. Starting at an altitude of 1991 metres along the Serra da Estrela the

valley descends abruptly until 290 metres above sea level (around Vide), passing

villages such as Cabeça, Casal do Rei and Muro. The central town, Loriga, is

seven kilometres from Torre (the highest point), but the parish is sculpted by

cliffs, alluvial plains and glacial lakes deposited during millennia of glacial

erosion, and surrounded by rare ancient forest that surrounded the lateral

flanks of these glaciers.

Economy

Textiles are the principal

local export; Loriga was a hub the textile and wool industries during the

mid-19th century, in addition to being subsistence agriculture responsible for

the cultivation of corn. The Loriguense economy is based on metallurgical

industries, bread-making, commercial shops, restaurants and agricultural support

services.

While that textile industry has since dissipated, the town began to attract a

tourist trade due to its proximity to the Serra da Estrela and Vodafone Ski

Resort (the only ski center in Portugal), which was constructed within the

parish limits.

 

Concise note on the history of Loriga

Loriga is an ancient,beautiful and historic small portuguese

town,located in the Serra da Estrela mountains.

Known as Lobriga by the Lusitanians and Lorica by the Romans,it is

more 2600 years old.Lorica,was the name given by the Romans the

Lobriga,population the was,in the Hermínius(current Serra da Estrela

mountains)a strong Lusitanian bastion against the romans

invaders.The Hermínius had been the biggest lusitanian fortress and

situated Lorica in the heart of this fortress,close to the high

point.Lorica,latin it,is name of old warlike harness,from that it

derived Loriga,with signification.The Romans had the same put such

name to it,due to its strategical position in the mountain range,and

to its protagonism during the war with Lusitanians.(LORICA

LUSITANORUM CASTRUM EST).This a case rare of a name that if it

practically keeps unchanged has two a thousand years,being highly

significant of the antiquity and the history of the population(the

Lorica is the central piece in the coat of arms).

The population was established strategically in the high one of a

hill,between two banks,in an beautiful origin valley glacier,where

the presence human being exists has,at least,five a thousand

years.Ignore if as it is evident,remote date of the foundation,but

it is known that the population exists more than has two thousand

and six hundred years,and appeared originally in the same place

where today Valley of Loriga is the historical center of the town.No

exist currently,beyond the town,the villages of Cabeça,Muro,Casal do

Rei,and Vide.

Of the time daily pay Roman exists,for example an antropomorphus

sepulture,in a place where one old sanctuary existed,at a time where

the name of the population was Lobriga,etymology of evident origin

celtic.Lobriga,was an important strenghtened population,celtic and

lusitanian,in the mountain range.Notable people from Loriga include

Viriathus (known as Viriato in portuguese),a famous Lusitanian

leader and portuguese national hero.

The local tradition,and diverse old documents,point Loriga as having

been cradle of Viriathus,that was born,without a doubt,in the

Hermínius,where the existing description in the book was interesting

shepherd since child.The manuscript History of the Lusitania,of

Bispo-Mor do Reino(1580):”…Succeeded the Viriato shepherd,born in

Lobriga,today the small town of Loriga,in the top of a mountain of

the mountain range of the Star,Bishopric of the Coimbra,to which,the

forty years of age,will acclaim King of the Lusitanians,and married

in Évora with a noble lady in year 147…”.A main street,of the area

oldest of the historical center of the town has the name of

Viriathus.

Still today parts of the road,and one of the two bridges(century I

b.C.),with that the Romans had bound to Lorica to remain empire.A

bridge still existing Roman,on the bank of Loriga,it is in good

condition of conservation,and is a good unit of the architecture of

the time.The road Roman bound to Lorica the

Egittânia(Idanha-a-Velha),Talabara(Alpedrinha),Sellium(Tomar),

Scallabis(Santarém),Olisipo(Lisbon) and the

Longóbriga(Longroiva),Verurium(Viseu),Balatucellum(Bobadela),

Conímbriga(Condeixa) and Aeminium(Coimbra).

When the Romans arrived,the population were divided in two separate

nucleus for few hundreds of meters.The bigger and main he was placed

in the area where today the First Church and part of the Street of

Viriathus,being defended by walls and palisade.The exist another

nucleus,constituted only some habitations,it a small promontory

rocky.In local exists the Quarter of S.Ginês (S.Gens).

Loriga,was also important for the Visigods,which had left

ermida,probably the older christian temple construted in the

locality,dedicated to the S.Gens,a saint of celtic origin,martirize

in Arles,the Galia,the time of emperor Diocleciano.A suffered

workmanships from alteration and patron was substituted,starting to

be Ours Saint Mary Lady of the Carmo.With the ticket of the

centuries,the loricenses had started to know the saint for

S.Ginês,today name of a quarter of the historical center of the

town.A current derivation of the name,Loriga,started to be used for

the Visigods.

The first church has,in one of lateral doors,a rock with visigotics

registrations,used to advantage when of the construction dated of

1233 and was proper king ( in the time D.Sancho II ) ordered to

constrution.A old church,was a romanic temple with three ships,with

it traces fellow creature to the one of the old Sé de Coimbra,even

so the building had different dimensions,it had the ceiling one and

vault painted,and,when it was destroyed by the earthquake of year

1755,was possession pictures of the school of Grão Vasco in the

walls.

Since it reconquers christian,who Loriga was under the exclusive

real administrative influence and ecclesiastical of Coimbra,include

the Vigariaria do Padroado Real.In the second half of century XII

already existed the parish of Loriga,and the faithful of then the

small places or “couples”of the outskirts,came to the town to attend

the religious services.

The town of Loriga,received municipal charters (Forais) from

Rhãnia(seigniory João of Lands of Loriga in the time of D.Afonso

Henriques)in 1136,D.Afonso III in 1249,D.Afonso V in1474,and

received charter new from D.Manuel I in 1514.With D.Afonso III,the

town returned to the ownership of the Crown,and in 1474,D.Afonso V

donated to Loriga to the Àlvaro Machado noble,axe donation confirmed

in 1477,and later for D.Manuel I.But meanwhile,after he death of the

related noble,the town was enclosed definitively in the goods of the

Crowh.In the century XIII,the municipality of Loriga enclosed the

understood area enters the Portela de Loriga (today also known by

Portela do Arão) and Pedras Lavradas,including the areas of the

actuals clienteles of Alvoco da Serra,Cabeça,Teixeira,and Vide.In

the first half of the century XIX,in 1836,the municipality of Loriga

passed to enclosed the populations of the Valezim and Sazes da

Beira.Valezim,current historical village.Alvoco da Serra received

charter in 1514,and Vide received charter in the century XVII,but

the municipality of Loriga in 1828 had come back to be part do and

1834 respectively,also in beginning century XIX.The seven clienteles

who occupy the area of the old Loricense Municipality,currently

constitutes the called Region of Loriga and the Associação de

Freguesias da Serra da Estrela with head office in Loriga.

Loriga,is a industrial town(textile)since the beginning of century

XIX,when “it adhered”to the call industrial revolution,but,on longer

century XVI,the loricenses produced bureis and other cloths

woollen.Later,the metallurgy,the pastry shop,and more recently,the

tourism(Loriga as enormous touristics potentialities),pillars of the

economy had started to be part of them of town.In Loriga they are

the only ski resort and existing ski trails in Portugal.Loriga is

the Luso Capital and capital of the snow in Portugal.

________________________________________________________________________________________________________________

 

LORIGA – TERRA DE VIRIATO –

Viriathus was born in Loriga

VIRIATO

“…Sucedeu o pastor Viriato,natural de Lobriga,hoje a vila de Loriga,no

cimo na Serra da Estrêla,Bispado de Coimbra;Ao qual,tendo quarenta anos de

idade,aclamaram Rei dos Lusitanos e casou em Évora com uma nobre

Senhora,no ano 147.

Prendeu em batalha, ao Pretor romano Caio Vetílio e lhe degolou 4000

soldados;A Caio Lucitor,daí a uns dias,matou 6000.

Ao capitão Caio Plaucio ,matou Viriato mais de 4000 junto de

Toledo.Reforçou-se o dito capitão,e dando batalha junto de Évora,prendeu

4000 soldados.

No ano 146,o Pretor Cláudio Unimano lhe deu batalha e de todo foi

destruído por Viriato,que repartiu os despojos pelos soldados,pondo nos

montes mais altos da Lusitânia,os estendartes romanos…”

(Página do livro manuscrito História da Lusitânia,do Bispo Mor do

Reino,1580,”traduzida” do português arcaico para o actual)

____________________________________________________________________________________________________________

-Algumas citações de alguns dos mais importantes antigos historiadores

romanos:

*** -“Viriato,um lusitano de nascimento,sendo pastor desde criança nas

altas montanhas*,foi para todos os Romanos motivo do maior terror.A

princípio armando emboscadas,depois devastando províncias,por último

vencendo,pondo em fuga,subjugando exércitos de Pretores, e Cônsules

romanos.”(Orósio(5.4.1)

*** -“Viriato,nascido e criado nas mais altas montanhas* da Lusitânia,onde

foi pastor desde criança,conseguiu reunir o apoio de todo o seu povo para

sacudir o jugo romano e fundar uma grande nação livre na

Hispânia”(Floro(1.33)

*** -“…Este Viriato era originário dos Lusitanos…Sendo pastor desde

criança,estava habituado a uma vida dura nas altas montanhas*…Famoso

entre as populações,foi por eles escolhido como chefe…(Diodoro

Sículo(33.1.1-4)….

*Hermínius,actual Serra da Estrela

____________________________________________________________________________________________________________

-Todos os grandes historiadores,começando pelos romanos antigos,elogiam as

grandes qualidades de Viriato.Nelas se destacam,a inteligência,o

humanismo,a capacidade de liderança,e a sua grande visão de estratega

militar e político.A este grande homem,que liderou os

Lusitanos,antepassados dos portugueses,os romanos só conseguiram vencer

recorrendo à vergonhosa traição cobarde.Este homem,tal como outros que

ficaram na história,tinha origens humildes,provando-se na época,tal como

hoje,que as capacidades individuais não dependem do estrato social,nem das

habilitações académicas.

Viriato,era apenas um pastor,habituado desde criança a percorrer as

montanhas dos Herminius(actual Serra da Estrêla),onde nasceu,e que

conhecia como as palmas das suas mãos,inclusivé as povoações lusitanas da

serra.A Lobriga,sua terra-natal,um povoado fortificado situado

estratégicamente próximo do ponto mais alto da serra,os romanos puseram o

nome de Lorica(antiga couraça guerreira).

_____________________________________________________________________________________________________________

– Os Romanos chamaram Lorica,nome de antiga couraça guerreira(LORICA

LUSITANORUM CASTRUM EST),à povoação lusitana,fortificada, de Lobriga,nome

de evidente etimologia céltica.O nome Lorica foi escolhido devido à sua

posição estratégica no coração dos Herminius,e ao papel desempenhado

durante a resistência contra os invasores romanos numa serra que era a

maior fortaleza lusitana.Do latim, Lorica,derivou Loriga,com o mesmo

significado,e esta derivação do nome latino começou a ser usada pelos

Visigodos.Um caso raro de um nome que se mantém praticamente inalterado há

dois mil anos,sendo altamente significativo da história e da antiguidade

da povoação(por isso,a couraça é a peça central do brasão histórico da

vila).

Loriga,existe há mais de vinte e seis séculos,e a povoação foi fundada

estratégicamente e originalmente no alto de uma colina,entre duas

ribeiras, na àrea onde hoje existe o centro histórico da vila.A rua

principal da àrea mais antiga do centro histórico da vila tem o nome de

Viriato em sua homenagem.Exactamente na àrea onde,há mais de dois mil e

seiscentos anos,foram feitas as primeiras habitações pelos antepassados

dos loricenses.

Da época pré-romana existe,por exemplo,uma sepultura antropomórfica,num

local onde existiu um antigo santuário.

Existem ainda troços da estrada romana,e uma das duas pontes(sec.I a.C.)

com que os Romanos ligaram Lorica ao restante império.Esta estrada ligava

Lorica a

Egitânia(Idanha-a-Velha),Talabara(Alpedrinha),Sellium(Tomar),Scallabis(Santarém),Olisipo(Lisboa),e

a

Longóbriga(Longróiva),Verurium(Viseu),Balatucelum(Bobadela),Conímbriga(Condeixa)e

Aeminium(Coimbra).

Quando os Romanos chegaram,a povoação estava dividida em dois núcleos.O

maior e principal,situava-se na àrea onde hoje existem a Igreja Matriz e a

parte superior da Rua de Viriato,e estava protegido por muros e

paliçadas.O outro núcleo,constituído por poucas habitações,estava

localizado junto de um promontório rochoso onde hoje existe o Bairro de

S.Ginês ( S.Gens ).

A vila de Loriga,recebeu forais de João Rhânia(senhorio das Terras de

Loriga no tempo de D.Afonso Henriques),e dos reis D.Afonso III,D.Afonso V,

e D.Manuel I,nos séculos XII,XIII,XV e XVI,respectivamente.

Eclesiaticamente,Loriga pertencia à Vigariaria do Padroado Real,sob a

dependência de Coimbra,e a Igreja Matriz,dedicada a Santa Maria Maior,foi

mandada construír pelo rei D.Sancho II em 1233.Era um templo românico de

três naves e traça exterior semelhante à da Sé Velha de Coimbra.Foi

destruída pelo sismo de 1755.

O concelho de Loriga(actual Região de Loriga)incluíu a àrea onde hoje

existem as freguesias de Alvoco da Serra,Cabeça,Sazes da

Beira,Teixeira,Valezim,e Vide.Inicialmente,desde o século XII,até ao

início do século XIX,o Município Loricense,e até à inclusão de Valezim,não

ia além da Portela de Loriga.

Alvoco da Serra,que recebera foral no século XVI,foi reintegrado no

Concelho de Loriga no início do século XIX.Vide,que recebera foral no

século XVII,foi reintegrada no Município Loricense na mesma época.

A bela e histórica Loriga é uma vila industrial desde princípios do século

XIX.Chegou a ser uma das localidades mais industrializadas da Beira

Interior,e só foi ultrapassada pela actual sede de concelho em meados do

século XX.O grande dinamismo dos loricenses ultrapassou até os maus

acessos,já que,durante mais de dois mil anos,e até à década de trinta do

século XX,a única estrada existente era a velhinha estrada romana.

Mas,o génio dos loricenses está também patente no que é um dos exlibris de

Loriga:Os socalcos e a sua complexa rede de irrigação que são ainda a

marca inconfundível da paisagem loricense.Ao longo de centenas de anos,os

loricenses construíram aquela obra gigantesca,tranformando um vale belo

mas pedregoso,num vale fértil.

Loriga,tem enormes potencialidades turísticas,e as únicas pistas e

estância de esqui existentes em Portugal,estão localizadas em

Loriga.Loriga,é a capital da neve em Portugal.

As actuais sete freguesias do antigo Concelho de Loriga( incluindo a vila

),e as suas mais de trinta localidades anexas,constituem a Região de

Loriga.As mesmas localidades constituem também a Associação de Freguesias

da Serra da Estrela,com sede na vila de Loriga.

____________________________________________________________________________________________________________

VIRIATHUS WAS BORN IN LORIGA

In 147 b.C.,thousands of Lusitanian warriors found themselves surrounded

by the military forces of magistrate Caio Vetílio.At first this seemed

like just another Roman attempt to seize the Iberian Península in the on

going war in which the Roman Republic had led for years.But pursued by the

enemy,the Lusitanians elect one of their own and hand him absolute

power.Born in Lobriga,Lusitania,Lorica for the Romans,current Loriga in

Portugal,this man,who for seven will taunt the Romans,is called Viriathus.

Between 147 and 139,the year in which he was killed (murder by Romans,he

was assassinated while sleeping),Viriathus successively defeated Roman

armies,led a greater part of the iberian peoples into revolt and was

responsible for the beginning of the war of Numância.

After the murder,the Lusitanian guerrilla was continued to resist,”the

women boke arms with the men,who died wiht a will,not a man of them

showing his back,or uttering a cry.Of the women who were captured some

killed themselves,others slew their children also with their own

hands,considering death preferable to captivity”.

Viriathus,is considered the first Lusian figure,and also national hero in

Portugal.It was born without a doubt in the Hermínius,current Serra da

Estrela,wehere he was shepherd since child,more precisely in

Lobriga,Lorica for the Romans,current Loriga,in Portugal.

Viriathus,was praised had to is great qualities human beings,and of great

strategist to military and diplomat,inclusively for the old Romans

historians.Viriathus,proved that at the time,such as today,the individual

capacities do not depend on the social estratum nor of the academical

qualifications.Viriathus,was only one shepherd,accustomed since child to

cover mountains of the heart of the Lusitania.

Roman,the superpower of the time,only obtained to arrange away it to

win,resort to the shameful and dishonourable treason coward!Curiously,it

was after an act of high treason of the part of the Romans,wich cost the

life the thousand of disarmed Lusitanians,that Viriathus was elect to

leader for is compatriots.

Viriathus,leader that it directed with effectiveness the resistence of the

Lusitanians,ancestors of the Portugueses,against a powerful invader,is

considered since its time an example to follow.

Viriathus,was a true military genious,politician and

diplomat.But,moreover,he was the defender of a world asphyxiated by the

great Roman dominion.The world in which he very roots of Portugal are

implanted.

Viriathus,is a real portuguese national hero.

____________________________________________________________________________________________________________

LORIGA

Loriga is an ancient, beautiful and historic small portuguese town, located

in the Serra da Estrela mountains.

Known as Lobriga by the Lusitanians and Lorica by the Romans, it is more

than 2600 years old.

Notable people from Loriga include Viriathus ( known as Viriato in

Portuguese ), a famous Lusitanian leader and portuguese national hero.

Loriga as enormous touristics potentialities and they are the only ski

resort and ski trails existing in Portugal ( Loriga is the Lusian Capital

and the capital of the snow in Portugal ).

Loriga is a small town in Portugal located in Seia Municipality, Guarda District.

Loriga is 20 km away from the city of Seia, 40 km away from Viseu, 80 km away

from Guarda and 320 km from Lisbon. It is nestled in the Serra da Estrela

mountain range. The population is 1,367 (2005 estimate).

It is known as the “Portuguese Switzerland” due to its landscape: a small town

surrounded by mountains.

Known to be settled by the Lusitanians, the town is more than 2600 years old and

was part of the Roman province of Lusitania. It was known as Lobriga by the

Lusitanians and Lorica by the Romans.

Loriga became a textile manufacturing center in the begin-19th century. While that

industry has since dissipated, today the town attracts a sizable tourist trade

due to its picturesque scenery and vicinity to the Vodafone Ski Resort, the only

ski center in Portugal, totally inside the town limits.

____________________________________________________________________________________________________________

 

interesse sobre as problemáticas locais e sobre a imprensa regional…

…Este loriguense é um homem preocupado com a terra que o viu nascer,à

qual o prendem fortes raízes.No entanto,pela sensibilidade com que

escreve,pelos apelos que faz à unidade loriguense,António Conde tem

revelado,ao longo dos anos que vem mantendo colaboração no jornal,um

pensamento coerente e linear.

Concorde-se ou não com o acentuado sentido crítico que empresta aos seus

artigos,nomeadamente na sua crónica”Quo vádis Lorica”,o facto é que

António Conde não se limita a falar dos problemas,mas aponta soluções.Por

isso,a redacção do “GL” considera-o um loriguense de causas.

…Digam lá se o exemplo de António Conde não é de seguir.

Este loriguense,para além de reclamar junto dos poderes públicos para a

resolução dos problemas de Loriga,não guarda para si a informação

recebida,antes a envia ao “GL”,para que todos a conheçam.Preto no

branco,com cópias dos ofícios e tudo.

Assim é que é!Obrigado António Conde,pela consideração que tem pelo

“GL”,pela ANALOR,e por Loriga.”

(In jornal Garganta de Loriga(GL),Maio de 2002)

“Dizer Bem – Promover Loriga

Há coisas e situações que, no dia-a-dia, merecem que as olhemos de forma

positiva.

António Conde,homem de grande cultura,homem de grandes convicções e

princípios,e muito ligado às chamadas “novas tecnologias”,é o principal

responsável pela divulgação de Loriga e da sua história,e um dos

principais responsáveis pela resolução dos principais problemas da vila.

O Sr.Conde é hoje muito diferente do homem que deixou a sua querida

terra-natal há vinte anos,e mesmo quando residia na sua vila de Loriga,já

era muito

mais do que muitos dos seus conterrâneos pensavam ou ainda pensam dele!

Embora alguns seus conterrâneos tenham dificuldade em aceitar,por

incredulidade ou má-fé,a realidade é que Loriga deve muito a este seu

filho,que,ao

contrário de outros por aí que fizeram muito menos,ou não fizeram nada

pela sua terra,não procura publicidade nem notoriedade.Por exemplo,não

existe

nenhum site assinado com o seu nome,mas a maioria dos sites a nível

nacional e internacional que falam de Loriga e da sua história (e já são

muitos) fazem-no

graças à pesquisa e divulgação do Sr.Conde.

Sem a acção do Sr.Conde,a vila de Loriga não seria o que é,não seria tão

conhecida,e a sua verdadeira história e do seu património ainda estariam

na

penumbra.Ninguém conseguiu mais para a sua terra-natal que o

Sr.Conde,especialmente nos últimos 17 ou 18 anos!”

(In blog Dizer Bem,artigo escrito por: Jorge Andrade em 20 de Julho de

2006. 10:49 PM)

———————————————————————————————————————–

“Loriga a concelho

Loriga,vila e sede de concelho desde o século XII,pagou caro pelo apoio

dado aos “absolutistas” contra os “liberais”.

Numa época em que a consciência democrática era inexistente,havia

retaliações para quem tinha ideias diferentes das de quem detinha o poder.

Em tais circunstâncias,há sempre quem queira beneficiar do mal

alheio,e,para tal,ajude a provocar a precipitação dos acontecimentos.

O concelho de Loriga ,foi extinto pela vingança politica e pelos

interesses expansionistas de quem beneficiou com o facto.Uma completa

injustiça!

Passados cento e quarenta e dois anos,a vila e a Região de

Loriga,continuam “a cumprir a pena à qual foram condenadas”,como se

estivessem a pagar juros.

De vêz em quando,como acontece actualmente,a”pena”é aliviada e surge algum

progresso,mas,a história diz-nos que esta é uma situação rara.A realidade

local confirma-o.

O concelho de Loriga,incluia mais de trinta povoações,entre freguesias e

suas anexas,e algumas estão agora a quarenta quilómetros da actual sede de

municipio.A vila de Loriga está a vinte quilómetros.

Se o concelho de Loriga não for restaurado a curto prazo,daqui a poucas

décadas a região estará repleta de aldeias fantasmas,e a vila de Loriga

estará pouco melhor.

Fala-se muito no caso de Vizela,mas,o caso de Loriga é mais grave,embora

não seja tão mediatizado,e é de resolução mais urgente.

Não se fala de um Movimento para a Restauração do Concelho de Loriga,nos

jornais,rádios e televisões,mas,em nome de toda a lógica

administrativa,democrática e politica,o problema tem que ser resolvido.Só

assim a região de Loriga terá futuro.

António Conde”

(In jornal Correio da Manhã,de 28 de Agosto de 1997)

 

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Loriga – Land of Viriathus

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